Agenda de Eventos - Outubro 2008

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Confederação Nacional dos Trabalhadores Químicos
Confederação Nacional dos Trabalhadores Químicos
Paralisação de advertência na Dixie Toga
               A Confederação Nacional dos Trabalhadores no Ramo Químico- CNTQ esteve presente na manifestação dos trabalhadores da DIXIE Toga, junto a filial da empresa que está localizada na cidade Votorantim, junto com os companheiros do STI Plást., Quim. Farm., Abr. de Sorocaba, referente à mobilização dos trabalhadores para atendimento das reivindicações abaixo:-

              Esta é a visão empresarial da Dixie Toga "Buscamos crescer em vendas, a níveis superiores aos mercados onde atuamos, através do desenvolvimento e crescimento de nossos negócios, nos beneficiando de atualização tecnológica, aquisições e associações". Um dos valores da Dixie Toga é o  "Forte relacionamento com o Cliente interno e externo. Conhecer a fundo nossos clientes internos e externos, entender suas necessidades e encantá-los. Nosso compromisso é oferecer a cada um de nossos clientes a solução mais adequada às suas diferentes necessidades.

               Os clientes internos da Dixie Toga são seus trabalhadores e podemos afirmar com toda certeza que eles não estão encantados, muito pelo contrário estão decepcionados com o descaso da empresa com o maior patrimônio que ela possui, que são seus próprios trabalhadores, de que adianta atualização tecnológica, aquisições e fusões se a empresa é negligente com seus trabalhadores.

- Criar uma política de reajuste anual do cartão alimentação
- Repensar plano de saúde, o modelo atual não atende aos trabalhadores
- Voltar ao sistema antigo de transporte, o novo sistema não atende aos trabalhadores
- PPLR Elaborar um plano de metas claras e que possam ser atingidas pelos trabalhadores.

               A empresa DIXIE Toga tem várias unidades no Brasil, uma na Argentina, e outra no Chile, emprega aproximadamente 4.440 colaboradores, é uma das maiores fabricantes de embalagens da América Latina.
06/10/2010 - 11:00
TRABALHADORES DA DIXIE TOGA CONQUISTAM AVANÇOS JUNTO A EMPRESA
               O Sindicato dos Químicos de Sorocaba, com o apoio da CNTQ, através de suas Redes Nacionais de Trabalhadores, conquistou para os funcionários da empresa, um avanço significativo junto á questões de saúde, alimentação, transporte e PPR. Carlos Alberto dos Santos, presidente do Sindicato ressalta que os avanços somente foram possíveis graças à mobilização dos trabalhadores, "Há meses que estamos reivindicando uma série de direitos referentes às necessidades mais urgentes dos trabalhadores da Dixie Toga em Votorantin. Para isso realizamos diversas reuniões e manifestações, sendo que os funcionários da unidade de
Votorantin SOP, já estavam e estado de greve, pela abertura de negociação com empresa". Antônio Silvan Oliveira destaca a abertura do dialogo em Votorantin SP e reforça a necessidade que o mesmo seja estendido para todas unidades, "Nossa luta é de que os avanços conquistados pelos companheiros e companheiras de Sorocaba, passem a valer para todos trabalhadores da Dixie Toga no Brasil" 
                                  Carta do STI Químicas de Sorocaba SP

               Companheiros, há meses que o sindicato com o apoio da CNTQ (Confederação Nacional dos Trabalhadores do ramo Químico) vem tentando mostrar para a direção da Dixie Toga que é preciso rever os critérios dos sistemas do convênio médico, cesta básica, transporte e modelo da PPR (Programa de Participação nos Resultados).
Ao longo do tempo foram realizadas algumas reuniões com diversos sindicatos de outras
Regiões onde a empresa tem unidade instalada, como também varias reuniões com a
Direção da empresa.

               No primeiro momento, nós de Sorocaba e o Sindicato dos Químicos de Guarulhos, realizamos
os manifestos nas duas unidades, a de Votorantin e de Guarulhos representadas por essas
entidades, ficando o compromisso dos outros sindicatos também realizarem as paralisações
Em suas unidades para que o movimento ganhasse força e os representantes da empresa
fizesse uma negociação dentro das expectativas dos trabalhadores.
Portanto, tudo que foi planejado não foi concretizado pelos demais sindicatos ficando toda a responsabilidade para nós de Sorocaba e Guarulhos, aonde somente com os companheiros destas duas unidades trava-se uma luta pelos benefícios cotados. Nós membros do sindicato principalmente, o Sr. Givaldo, também diretor desta entidade, sabemos que diversos trabalhadores acham que o processo das negociações poderia ter avançado através de uma paralisação da empresa por tempo indeterminado, mas como representante de uma categoria, a diretoria do sindicato também sabe dos riscos de expor centenas de companheiros em uma greve podendo os danos serem piores com a integração dos representantes da Dixie, visto que obtemos varias informações de que a empresa já estava se preparando para produzir alguns de seus produtos em outra unidade através da retirada de vários moldes da unidade de Votorantim.

               Além disso, uma das maiores plantas do grupo instalado em Curitiba, com 1.600
trabalhadores e outras representadas por outros sindicatos, em nenhum momento aderiram o
movimento e com isso somente Votorantim e Guarulhos terão que segurar todos os riscos
do sucesso ou não de uma greve, tendo em vista que os demais sindicatos não quiseram se
comprometer com os seus representantes.
Portanto, diante desses fatores a nossa direção avaliou e decidiu não optar pela greve somente nesta unidade de Votorantim, mesmo sabendo
que diversos trabalhadores topariam essa luta, mas também a maioria tem a pura certeza que não paralisariam as suas funções junto com os demais companheiros, esse foi o motivo da nossa direção repensar a situação.

                                             Quanto ao compromisso da empresa

               De acordo com o compromisso da direção da Dixie, os mesmos se comprometeram a
acompanhar melhor a conduta da empresa que presta serviços de atendimento aos
trabalhadores, visto que no entender dos mesmos, as causas dos problemas se deram em virtude de falha no gerenciamento do convênio. Exemplo:

1º - o caso dos retornos que não são agendados dentro dos prazos corretos;

2º -  A forma de encaminhamento dos valores para descontos;

3º -  Os valores que são descontados quando acumulam-se mais de uma consulta;

4º -  Alguns problemas como as doenças crônicas que não tem cobrança, mesmo que o
funcionário ou dependente ultrapasse o numero de cota permitida;

5º  - Segundo a direção da Dixie, de 520 (quinhentos e vinte) funcionários somente 70 (setenta) tinham apresentados problemas diversos com o convênio e após um levantamento, somente 20 (vinte) tiverem que arcar com as consultas ultrapassadas, visto que 50 (cinqüenta) eram considerados com problemas crônicos e com isso as consultas superiores a cinco não devem ser cobradas;

6º  - O aumento de consultas para dependentes com até 11 anos, de 5 (cinco) para 7 (sete), observando sempre o retorno que  deve ser feito dentro do prazo correto para que não seja cobrado como uma nova consulta;

Quanto aos demais itens da pauta:

Transporte - a direção da empresa se comprometeu em fazer todos os esforços e
negociar com a secretaria responsável pelo mesmo, para que seja feito um horário e itinerário
que atenda aos trabalhadores;
PPR - quanto ao PPR (Plano de Participação nos Resultados), as partes (sindicato e empresa)
acataram que no próximo mês de janeiro voltarão a discutir esse assunto.


Carlos Alberto dos Santos
Presidente do STI Químicas de Sorocaba e Região
10/12/2010 - 18:00
10/03/2011 - 17:30
USINA NORTE-AMERICANA EXPLORA TRABALHADORES.
A CNTQ apóia a luta da Fequimfar (Federação dos Trabalhadores nas Indústrias Químicas e Farmacêuticas do Estado de São Paulo) e de seus sindicatos filiados: Sindicato dos Químicos de Itapetininga e o Sindicato dos Químicos de Ipaussú, na luta contra as injustiças e desrespeitos cometidos pela empresa Comanche Clean Energy contra os seus funcionários no Brasil.
A Comanche Clean Energy é uma empresa multinacional responsável pela produção de álcool combustível/etanol e biodiesel, que se auto-intitula em sua página eletrônica na internet como “Uma multinacional, organizada por norte-americanos com grande experiência no mercado de capitais internacional e em economias emergentes, particularmente o Brasil”. Suas unidades de produção estão localizadas no interior de São Paulo, nas cidades de Canitar e Tatuí, e na cidade de Simões Filho, na Bahia. Em seu site a empresa considera que sua missão é “Construir uma empresa de bicombustíveis de padrão mundial, objetivando maximizar o retorno aos nossos investidores e contribuir para o desenvolvimento social brasileiro e para a consciência ambiental da humanidade”. Mas tudo o que empresa vem fazendo nos últimos anos é desrespeitar a legislação brasileira, explorando os trabalhadores. A unidade de Canitar possui cerca de 1 mil funcionários que estão afastados desde o dia 15 de dezembro, sem receber os seus salários. Em Tatuí a empresa afastou e, posteriormente, demitiu sumariamente, cerca de 300 trabalhadores da unidade, sem aviso prévio e negociação com o Sindicato. Nesse processo foi constatado que a empresa não vinha depositando o FGTS e nem recolhendo as verbas previdenciárias dos respectivos funcionários, que estão em atraso há mais de dois anos. Em Canitar a empresa afastou o trabalhadores a partir do dia 15 de dezembro de 2010 e não pagou o 13º salário e nem efetuou o pagamento dos meses de: dezembro de 2010 e janeiro de 2011, bem como as férias de muitos funcionários não foram quitadas. Sendo que vários bens da empresa já foram penhorados para pagamento de dividas. Canitar é um município pequeno, com cerca de 5 mil habitantes, e com essa situação o caos social se instalou no município. A Comanche Clean Energy também não cumpriu os acordos celebrados junto a Vara do Trabalho de Ourinhos, que objetivava o pagamento dos salários atrasados nas duas unidades. A empresa se comprometeu a depositar o FGTS atrasado dos trabalhadores, além de pagar a multa de 40%, mas isso não ocorreu.
A gerência da empresa comunicou ao Sindicato dos Químicos de Ipaussu que não existe uma previsão para o pagamento dos salários dos trabalhadores da unidade de Canitar. Em relação à unidade de Tatuí a empresa comunicou o fim de suas atividades na região. Orientados pelos Sindicatos, os trabalhadores estão providenciando documentação necessária para a rescisão indireta dos contratos de trabalho. Os trabalhadores das duas unidades estão enfrentando uma série de dificuldades financeiras e sociais devido ao não pagamento dos salários, férias, aviso prévio e demais direitos trabalhistas como o acesso ao FGTS. Todos os problemas foram relatados ao Ministério Público do Trabalho em Bauru. Nos últimos dias a empresa efetuou parte dos pagamentos referentes a salários atrasados dos trabalhadores de ambas as unidades, mas grande parte do problema referente às pendências trabalhistas continuam.

“Estamos nessa Luta, com o Sindicato dos Químicos de Itapetininga e Ipaussú, em defesa dos trabalhadores do Grupo Comanche, em todas as suas unidades localizadas no estado de São Paulo e no Brasil”, declara Antônio Silvan Oliveira, presidente da CNTQ (Confederação Nacional dos Trabalhadores no Ramo Químico)

“Os Sindicato, com o apoio da Fequimfar estão fazendo a sua parte, tomando medidas legais junto aos órgãos competentes e mobilizando toda categoria, para que essa situação se reverta", declara Sérgio Luiz Leite, presidente da Fequimfar e 1º secretário da Força Sindical

"A Comanche não deu satisfação para ninguém, nem para os trabalhadores e nem para o Sindicato. Há muito tempo eles não depositam o FGTS e agora estão fazendo todo esse desrespeito aos trabalhadores”, declara Jurandir Pedro de Souza, presidente do Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias Químicas de Itapetininga

“Chega de injustiças, nossa luta agora é pelo cumprimento integral da legislação e por mais respeito a todos os funcionários da empresa”, declara José Carlos de Paula, presidente do Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias Químicas de Ipaussú               

“Não podemos permitir que empresas como essa explorem e desrespeitem os trabalhadores e trabalhadoras do setor den fabricação do álcool /etanol no Brasil”, declara Edson Dias Bicalho, secretário geral da Fequimfar.
Dados da empresa fornecidos pela mesma em seu site: www.comanchecleanenergy.com
Quem Somos
A Comanche é uma empresa comprometida com a produção de combustíveis renováveis no Brasil, visando o consumo doméstico e a exportação. Somos uma multinacional, organizada por norte-americanos com grande experiência no mercado de capitais internacional e em economias emergentes - particularmente o Brasil - juntamente com brasileiros de renome no setor nacional de etanol e combustíveis. A Comanche conta com investidores brasileiros, norte-americanos e europeus.

Adquirimos duas plantas de produção de álcool no interior de São Paulo, em Canitar e Tatuí, e uma planta de produção de biodiesel, em Simões Filho, na Bahia. Produzimos etanol a partir da cana-de-açúcar, que acreditamos ser o insumo mais eficiente em energia e em custo para a produção de etanol. Produzimos biodiesel a partir de uma variedade de matérias-primas, incluindo diferentes oleaginosas, óleos e gorduras residuais e sebo animal.
Missão
“Construir uma empresa de biocombustíveis de padrão mundial, objetivando maximizar o retorno aos nossos investidores e contribuir para o desenvolvimento social brasileiro e para a consciência ambiental da humanidade”.
Visão
“Ser um player ativo no mercado mundial de biocombustíveis, agregando as melhores práticas de governança corporativa, técnicas agrícolas e tecnologia industrial para traçar uma ponte entre os baixos custos de produção brasileiros e o mercado mundial de capitais, contribuindo, assim, para a sustentabilidade socioambiental do planeta”.
Valores
- Consciência ambiental;
- Desenvolvimento e Inclusão Social;
- Governança Corporativa;
- Respeito aos Colaboradores e Investidores;
- Transparência.
Unidades
Comanche USA
One Dock Street
ZIP: 06902 - Stamford - Connecticut
USA
001 203 326 4570

Comanche Participações do Brasil Ltda.
Rua do Rocio, 84 - 11º andar
Vila Olímpia
Cep: 04552-000 - São Paulo - SP
+55 11 3048.8222

Comanche Biocombustíveis da Bahia Ltda.
Centro Industrial de Aratu - Via da Penetração IV - Lote 25 - s/n
Cep: 43700-000 - Simões Filho - BA
+55 71 3176.0800

Comanche Biocombustíveis de Canitar Ltda.
Rodovia Vicinal Gabriel Ligeiro, km 04
Cep: 18990-000 - Canitar - SP
+55 14 3343.9230

Comanche Biocombustíveis de Santa Anita Ltda.
Bairro Congonhal, s/n
Cep: 18270-000 - Tatuí - SP
+55 15 2101.4994
Dixie Toga: Acordo Nacional de Participação nos Lucros e Resultados
através da Comissão Regional, incluindo as questões regionalizadas e por unidade (No acordo nacional, garantir):

- Valor mínimo caso as metas não sejam atingidas;
- Metas com referência ao Faturamento;
- Adiantamento semestral do valor, correspondente a 50% do valor mínimo garantido;
- Não vincular redução de metas aos acidentes do trabalho e definir um percentual em caso da não ocorrência dos mesmos (plus);
- Garantir a proporcionalidade dos admitidos e desligados (01/01 a 31/12);
- Pagamento integral aos afastados;
- Campanha de Prevenção de Acidentes em conjunto com as entidades sindicais;
- Eleição direta de uma Comissão em cada unidade, objetivando tratar do Termo Aditivo;
- Agendamento de Atividades para discussão dos itens apresentados.

A próxima reunião ficou agendada para o dia 30.03, as 10h00, na regional da CNTQ em São Paulo SP
A CNTQ em conjunto com os Sindicatos dos Trabalhadores representantes dos empregados da empresa Dixie e Toga, reunidos no dia 15 de março de 2011, em São Paulo - SP, após debater a situação dos trabalhadores das unidades fabris, verificaram a necessidade de um diálogo com a empresa objetivando discutir o Programa de Participação nos Lucros e/ou Resultados, destacando as seguintes questões:

Proposta de um Acordo Nacional de Participação nos Lucros e Resultados firmado pela CNTQ, através de sua Comissão Nacional, com termos aditivos firmados pelas entidades sindicais representantes dos trabalhadores,
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15/03/2011 - 17:30
Químicos na luta pelos direitos dos trabalhadores da empresa Lamy
               A CNTQ em apoio a Fequimfar e seus sindicatos filiados, está na luta com os trabalhadores e trabalhadoras da empresa Lamy Química de Qualidade, em Louveira SP, junto à greve dos mesmos, por razão da demissão de aproximadamente 100 trabalhadores. A empresa também não efetuou o pagamento das verbas rescisórias e muitos dos que estão na ativa, ainda não receberam os salários. No dia 11 de abril , uma comissão formada por Trabalhadores da Lamy, junto com os dirigentes da FEQUIMFAR) se reuniram com os diretores da empresa que apresentou a seguinte proposta:


1)     Acertar as verbas rescisórias dos trabalhadores demitidos, parceladamente
2)     Negociar readmissão dos funcionários demitidos (desde que haja interesse de ambas s partes) Os funcionários interessados na readmissão deverão procurar o RH da empresa.
3)     Iniciar o pagamento dos salários em atraso a partir do dia 25/04/2011

               No próximo dia 15/04/2011 uma equipe da FEQUIMFAR, com o apoio de seu departamento jurídico, estará na Lamy para efetuar a homologação dos demitidos que não aceitarem reintegração. O estado de greve continua, caso a empresa não cumpra o que foi prometido, os trabalhadores cruzarão os braços novamente.
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13/04/2011 - 18:00
15/04/2011 - 09:30
ACORDO DE TURNO DE TRABALHO
Químicos conquistam 10% de aumento real em acordo referente à Turno de Trabalho com representantes patronais da Usina Mandú em Guaíra SP
"Nossa saudação aos companheiros do Sindicato dos Químicos de Guaíra pela determinação na negociação com os representantes patronais, junto às conquistas trabalhistas, econômicas e sociais em beneficio à classe trabalhadora"
Antônio Silvan Oliveira, presidente da CNTQ
                O Sindicato dos Químicos de Guaíra, com o apoio da FEQUIMFAR (Federação dos Trabalhadores nas Indústrias Químicas Farmacêuticas do Estado de São Paulo) e da CNTQ (Confederação Nacional dos Trabalhadores no Ramo Químico) conquistou no dia 13 de abril de 2011, em rodada de negociação com os representantes patronais da Usina Mandú, um acordo de turno de trabalho para os trabalhadores e trabalhadoras, sendo que em decorrência desse processo, foi conquistado um aumento real de 10% nos salários, PLR de 01 salário normativo, tíquete alimentação de R$ 160,00, além de uma série de melhorias nas condições de transporte e trabalho.

"O acordo que fizemos com a Usina Mandú reforça a luta do nosso sindicato, sempre com o apoio da Fequimfar, CNTQ e Força Sindical, por melhores condições de trabalho, saúde, segurança e qualidade de vida para todos os trabalhadores e trabalhadoras de Guaíra e região", declara Célio Pimenta, presidente do Sindicato dos Químicos de Guaíra

"Em decorrência desta conquista positiva do Sindicato dos Químicos de Guaíra,  teremos com certeza, a partir de agora, uma abertura de novos postos de trabalho, que deverão ser estendidos para um grande número de trabalhadores e trabalhadoras de Guaíra e Região", destaca Sérgio Luiz Leite "Sérginho", presidente da Fequimfar e 1º secretário nacional da Força Sindical.  


A Usina Mandú que está localizada em Guaíra, região noroeste do estado de São Paulo, conta com cerca de 400 empregados no setor industrial de fabricação do etanol.
Destaques da Adequação do Turno de Trabalho
10% de reajuste em todos salários

PLR: 01 salário normativo

Tíquete alimentação: R$ 160,00 (não existia)

Convênio médico

Auxílio farmácia

Melhoria nas condições de transporte
Instalação de perícia para indentificar  locais/condições de insalubridade e periculosidade
"Em nome da diretoria da CNTQ, desejo êxito aos companheiros empossados e garantimos a união e apoio da CNTQ na luta diária desta entidade."
Antonio Silvan Oliveira,
presidente da CNTQ
               No dia 20 de maio, foi realizada a posse dos diretores da Federação dos Trabalhadores nas Indústrias Químicas e Farmacêuticas do Estado do RS, cujo mandato será de 2011 a 2015. Agora sob a liderança do presidente Larri dos Santos, a diretoria continuará com o trabalho que vem realizando, buscando sempre mais avanços para as categorias representadas e lutando pela manutenção dos direitos já conquistados.

               O presidente da CNTQ, Antonio Silvan Oliveira, esteve presente na cerimônia e disse que os trabalhadores do ramo químico do Rio Grande do Sul continuarão bem representados. "O trabalho que já vinha sendo coordenado pelo companheiro e amigo Orlando terá continuidade neste novo mandato, em que os químicos já identificados como sendo um grupo aguerrido e que persevera os anseios dessa classe que cresce cada vez mais".

               Sergio Luiz Leite, presidente da FEQUIMFAR, também participou da mesa de abertura e destacou a importância da união da categoria em todo o país nas lutas trabalhistas em prol de melhores condições de trabalho.
Representando a Força Sindical SP esteve Danilo Pereira da Silva, presidente da entidade e também tesoureiro da CNTQ. Segundo ele, é fundamental haver uma luta unitária, estadual e nacional, reunindo interesses da categoria e da classe trabalhadora.

               O presidente eleito, Larri dos Santos, elogiou o trabalho do ex-presidente Orlando Machado Salvador, que agora é diretor financeiro da entidade, e disse que vai continuar a política de conquistas e melhorias para a categoria. "Vamos organizar a luta da categoria e alia-la com os interesses dos trabalhadores dos demais setores, buscando melhores condições de vida e trabalho para toda a comunidade", finalizou.
Químicos do Rio Grande do Sul empossam nova diretoria
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30/05/2011 - 09:30
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