Confederação Nacional dos Trabalhadores Químicos
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Sindicalização
CNTQ apoia Campanha de Sindicalização do Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias Químicas de Itamonte/MG

No dia 3 de fevereiro, Antonio Silvan Oliveira, presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores no Ramo Químico - CNTQ, participou da Campanha de Sindicalização do STI Química, Farmacêutica, Abrasivos, Materiais Plásticos, Tintas e Vernizes de Itamonte e Região/MG.
Na campanha, o Sindicato, por meio de sua diretoria, convidou os trabalhadores e familiares para um dia diferenciado visando o aumento do número de associados da entidade.
Enquanto a diretoria do Sindicato e o presidente da CNTQ prestavam esclarecimento aos trabalhadores presentes sobre a importância da sindicalização, as crianças e familiares desfrutavam dos brinquedos e degustavam pipoca, sorvete, água e refrigerante.
Na avaliação de Antonio Silvan Oliveira a iniciativa do presidente do Sindicato,  Henrique Lindolfo de Carvalho Neto,  foi positiva. "Quem legitima as ações e torna o Sindicato mais forte são os trabalhadores, e estes precisam estar ao lado da entidade de sua representação", disse.
Na campanha de sindicalização a equipe da CNTQ estava representada por José Rui Alves e Valdemir José dos Santos.
06/02/2012
Direto da Base                                                                                                                               17/02/2012

Diretoria do STI Americana toma posse

No dia 15 de fevereiro, os dirigentes eleitos pelos trabalhadores para comandar o STI Químicas de  Americana e Região  tomaram posse numa solenidade que aconteceu no Parque das Nações, na própria cidade. O evento contou com presença de lideranças da CNTQ, FEQUIMFAR e sindicatos filiados, entre outras autoridades políticas e sindicais locais.
Antonio Silvan Oliveira, presidente da CNTQ e do Sindiquímicos Guarulhos, destacou a importância da entidade para a categoria e conclamou a todos para uma ação em defesa da manutenção dos postos de trabalho e melhorias nas condições das atividades laborais de todos os trabalhadores.
A credencial de Fabrício Cardoso Cangussu, presidente empossado, foi entregue pelos representantes da CNTQ e FEQUIMFAR.

Sergio Luis Leite, presidente da FEQUIMFAR, homenageou o companheiro Fabrício pela luta da entidade em defesa de toda a categoria.
Químicos em audiência com o ministro da Saúde

Antonio Silvan Oliveira, presidente do Sindicato dos Químicos de Guarulhos e Região – Sindiquímicos e da Confederação Nacional dos Trabalhadores no Ramo Químico – CNTQ, os representantes da Federação dos Trabalhadores nas Indústrias Químicas e Farmacêuticas do Estado de São Paulo – FEQUIMFAR, Sergio Luiz Leite, presidente e Edson Bicalho, secretário-geral estão reunidos na tarde desta quinta-feira, dia 23, em Brasília, com o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, para tratar de assuntos pertinentes ao setor.

Dentre os assuntos a serem tratados com o ministro, está à necessidade de o setor farmacêutico ter critérios técnicos da própria agência de Vigilância Sanitária para maior agilidade nos processos de aumento de produção dos medicamentos internos com melhoria da balança comercial do produto, gerando assim, mais postos de trabalhos no setor. “As empresas trabalham em torno de 75% de sua capacidade de produção. Na medida que há a desoneração dos medicamentos em nível nacional, as empresas também necessitam de incentivos tributários para que possam se instalar em qualquer região do país e, assim, produzirem em altos níveis”, diz Silvan.

Segundo Silvan, a Confederação, as Federações estaduais e as Agências de Vigilância Sanitária podem atuar juntas na prática do monitoramento do processo de fabricação dos medicamentos, no controle do ambiente de trabalho, nas condições de trabalho destes trabalhadores e na obtenção de qualidade de vida dos trabalhadores.

A preocupação maior dos representantes dos trabalhadores do setor farmacêutico diz a respeito do corte de R$ 5,4 bilhões no Orçamento de 2012 do Ministério da Saúde, anunciado na semana passada e que eles esperam não comprometer a qualidade de serviços oferecidos aos trabalhadores, principalmente na área de prevenção junto aos Centros de Referência em Saúde do Trabalhador – Regional Guarulhos – Cerests dos municípios para que a integridade física destes trabalhadores seja mantida.
23/02/2012
Saúde

CNTQ e Fequimfar em audiência com o ministro da Saúde


Em audiência com o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, no dia 23 de fevereiro em Brasília, Antonio Silvan Oliveira, presidente do Sindicato dos Químicos de Guarulhos e Região – Sindiquímicos e da Confederação Nacional dos Trabalhadores no Ramo Químico – CNTQ e os representantes da Federação dos Trabalhadores nas Indústrias Químicas e Farmacêuticas do Estado de São Paulo – FEQUIMFAR, Sergio Luiz Leite, Serginho, presidente e Edson Bicalho, trataram de assuntos pertinentes ao setor Farmacêutico.

Dentre os assuntos tratados com o ministro, a necessidade de o setor farmacêutico ter critérios técnicos da própria agência de Vigilância Sanitária para maior agilidade nos processos de aumento de produção dos medicamentos internos com melhoria da balança comercial do produto, gerando assim, mais postos de trabalhos no setor. “As empresas trabalham em  torno de 75% de sua capacidade de produção. Na medida que há a desoneração dos medicamentos em nível nacional, as empresas também necessitam de incentivos tributários para que possam se instalar em qualquer região do país e, assim, produzirem em altos níveis e com melhores condições de trabalho”, diz Silvan.

Na audiência também foi externada a preocupação quanto ao corte de R$ 5,4 bilhões no Orçamento de 2012 do Ministério da Saúde, anunciado na semana passada e que eles esperam não comprometer a qualidade de serviços oferecidos aos trabalhadores, como acesso ao medicamento e a saúde, principalmente na área de prevenção junto aos Centros de Referência em Saúde do Trabalhador – Regional Guarulhos – Cerests dos municípios para que a integridade física destes trabalhadores seja mantida, bem como ações de reabilitação destes trabalhadores vítimas de acidentes de trabalho ou por doenças relacionadas às atividades laborais.

O ministro reafirmou o compromisso do mínimo impacto na saúde e se mostrou receptivo diante das exposições do grupo químico. 

Segundo Silvan, a Confederação, as Federações Estaduais e as Agências de Vigilância Sanitária podem atuar juntas na prática do monitoramento do processo de fabricação dos medicamentos, no controle do ambiente de trabalho, nas condições de trabalho destes trabalhadores e na obtenção de qualidade de vida dos trabalhadores e por este motivo foi solicitado ao ministro que as entidades sindicais possam integrar o Conselho de Medicamentos – CEMED. 

Para Serginho o encontro produtivo com o ministro possibilitou que os representantes dos trabalhadores das indústrias farmacêuticas explanassem sobre o cenário do setor, o seu desenvolvimento e crescimento e a preocupante situação quanto à imigração das empresas que sem incentivo fiscal seguem para outras capitais. “Estas empresas estão mudando de cidade e produzem em condições precárias de trabalho. Precisamos de uma ação efetiva do ministério que possibilite qualificação profissional, geração de emprego e condições favoráveis de trabalho”, fala. 

O grupo também reivindicou a participação dos trabalhadores na política nacional de saúde e espera que esta priorize a indústria farmacêutica instalada no país, possibilitando assim, acesso ao medicamento a toda a população. 

Após estas indicações, os representantes dos Farmacêuticos sairam otimistas do encontro com o Ministro e aguardando novas deliberações por parte da saúde.
24/02/2012
Incentivo à produção                                                                                                                   28/02/2012

Entidades sindicais pedem agilidade do Senado para aprovação da Resolução 72

Representantes das Centrais Sindicais - Força Sindical, CTB, CGTB, CUT, NCST, e UGT, Confederação Nacional da Indústria - CNI, Federação das Indústrias do Estado de São Paulo - Fiesp e Instituto Aço Brasil se reuniram nesta terça-feira, dia 28 de fevereiro, com o presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP) e demais senadores, para pedir agilidade do Senado para aprovação da Resolução 72/2010, que elimina incentivos fiscais a importações concedidos por 12 estados por meio de redução do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços - ICMS.
De competência dos estados e do Distrito Federal, o ICMS incide sobre a prestação de serviços nos seguintes setores: operações relativas à circulação de mercadorias, inclusive fornecimento de alimentação e bebidas em bares, restaurantes e estabelecimentos similares; transporte interestadual e intermunicipal; comunicação; e serviços prestados no exterior. Também incide, entre outras operações, sobre o fornecimento de mercadorias com prestação de serviços que estão fora da competência tributária dos municípios e de mercadorias com prestação de serviços sujeitos ao imposto sobre esse setor, de competência dos municípios nas operações interestaduais com bens e mercadorias importados do exterior.
No encontro solicitado pelo deputado Paulo Pereira da Silva (PDT-SP), Paulinho, presidente da Força Sindical, os químicos estavam representados por Antonio Silvan Oliveira, presidente do Sindicato dos Químicos de Guarulhos e Região - Sindiquímicos e da Confederação Nacional dos Trabalhadores no Ramo Químico - CNTQ e pelos representantes da Federação dos Trabalhadores nas Indústrias Químicas e Farmacêuticas do Estado de São Paulo - FEQUIMFAR, Sergio Luiz Leite, Serginho, presidente e Edson Bicalho.
Na opinião do Silvan, a aprovação da Resolução recoloca o país na trilha do desenvolvimento, bem como incentiva o setor industrial, que diferentemente dos setores como comércio, serviços, atravessa uma fase de desaquecimento. "Se não tomarmos medidas, no futuro próximo teremos graves e irreparáveis problemas", falou.
No encontro a CNTQ fez uma menção sobre a economia atual em que o volume de importados comercializado no país é exorbitante, assim como os juros praticados no mercado. "
Para Paulinho, a decisão de dar urgência à proposta no Senado é um alívio para a indústria e a classe trabalhadora. "É um alívio não só para a indústria como também para os trabalhadores que estão perdendo empregos. Vamos continuar a pressionar aqui no Congresso e discutir com os líderes as alterações que precisam ser feitas na resolução", salienta.
Paulo Skaf, presidente da Fiesp, calcula que mais de 700 mil postos de trabalho deixaram de ser criados no ano passado em razão das importações. "O objetivo é diminuir a desindustrialização, que está prejudicando nossa produção e os empregos", afirma.
Sarney se comprometeu a reunir o colegiado de líderes para garantir urgência para votação do projeto de resolução (PRS 72/ 2010).
Projeto
O objetivo do projeto de resolução, de autoria do líder do governo no senado, Romero Jucá (PMDB-RR), é combater a guerra fiscal causada pelos incentivos concedidos por alguns estados para atrair empresas. A versão atual do projeto, que está em análise na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania - CCJ, estabelece a redução gradativa das alíquotas do ICMS para 2% até 2015, mas o governo já sinalizou que pretende fixar a alíquota do ICMS em 4%, sem período de transição, já em 2012.
Segundo Jucá, a  ideia é que agora em março se façam audiências públicas conjuntas da CAE - Comissão de Assuntos Econômicos e da CCJ - Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania e, até o fim do mês, se tenha condições  de votar essa matéria.
Também participou da reunião, os senadores Armando Monteiro (PTB-PE), Álvaro Dias (PSDB-PR), Renan Calheiros (PMDB-AL), e outros senadores presentes ao encontro como Gim Argello (PTB-DF) e a senadora Ana Amélia (PP-RS).























Fonte: Troad Comunicação com informações da Agência Senado
Crédito fotos: Geraldo Magela/Agência Senado
Justiça do trabalho                                                                                                                          02/03/2012

Após 7 anos na justiça, sindicalista é reintegrado à Dupont em Porto Alegre

Conquista sem precedentes na área sindical e em nosso país, a reintegração de Silvio Sidney Feijó, químico sênior da Dupont que após sete anos na justiça do trabalho, 4ª região, conseguiu retornar à Dupont de Cristóvão Colombo em Porto Alegre, Rio Grande do Sul, em 21 de novembro de 2011, é acima de tudo uma conquista sindical, conforme, Silvio faz questão de dizer. "Além de mim, o grande beneficiado foi o movimento sindical que mostrou sua força", fala.
Pertencente a Federação dos Químicos e Farmacêuticos do Rio Grande do Sul e a Confederação Nacional dos Trabalhadores no Ramo Químico - CNTQ, Silvio ao ver a empresa em Gravataí fechar em setembro de 2004, buscou os seus direitos e teve sua conquista referendada sete anos depois e após inúmeros recursos na Justiça.
"Foram tempos de muitos problemas de ordem financeira e pessoal, sem assistência, inclusive, médica, mas agora é um momento de grande valia para mim que pude retornar ao trabalho", disse.
Mesmo com a reintegração do sindicalista ao posto de trabalho, ele conta que o processo dará continuidade em busca dos recursos monetários perdidos durante todo este tempo.
Silvio destaca a atuação do Escritório Jurídico Kahle Bitencourt ao qual a Federação é credenciada e, em especial, ao Dr. Moacir pelo empenho e trabalho.
"Também agradeço aos meus companheiros da CNTQ, Força Sindical aos quais também sou diretor e aos trabalhadores que sempre me elegeram para representá-los, com os quais permaneci trabalhando sempre mesmo sem ganhos, valendo-me somente da aposentadoria que recebo", encerra.

Foto: Larri dos Santos e Silvio Sidney Feijó

Crédito: Divulgação Federação dos Químicos e Farmacêuticos do Rio Grande do Sul

Direito do trabalhador                                                                                                                      02/03/2012

Diálogo entre os Químicos da Força e o governo de São Paulo visa beneficiar os trabalhadores do setor


Encontro com o governador Geraldo Alckmin discutiu ações e medidas efetivas, referentes às necessidades dos trabalhadores e trabalhadoras dos segmentos industriais do ramo químico.
Lideranças da Confederação Nacional dos Trabalhadores no Ramo Químico - CNTQ,  Federação dos Trabalhadores nas Indústrias Químicas e Farmacêuticas do Estado de São Paulo - FEQUIMFAR, entidade filada à Força Sindical, e de seus sindicatos filiados, que representam mais de 165 mil trabalhadores nos segmentos químico, plástico, farmacêutico, abrasivos, fertilizantes, brinquedos, tintas e vernizes, entre outros, do ramo químico, em todas as regiões do Estado e Força Sindical estiveram reunidas com o governador do Estado de São Paulo, Geraldo Alckmin, no final da tarde desta quinta-feira, dia 1º de março de 2012, no Palácio dos Bandeirantes, sede do governo, em São Paulo.
Na ocasião, o governador paulista foi apresentado aos presidentes dos Sindicatos que integram a FEQUIMFAR,  por Sergio Luiz Leite, o Serginho, presidente da entidade e 1º secretario da Força Sindical, que junto com o presidente da Força Sindical São Paulo e vice-presidente da FEQUIMFAR, Danilo Pereira da Silva, do secretário-adjunto de emprego e relações do trabalho, Rogério Barreto, e do deputado estadual e presidente do Sindicato dos Trabalhadores na Construção Civil, Antônio de Souza Ramalho, apresentou uma série de propostas em benefício dos trabalhadores e trabalhadoras nas indústrias do ramo químico.

Presente ao encontro, Antonio Silvan Oliveira, presidente do Sindicato dos Químicos de Guarulhos e Região - Sindiquímicos e Confederação Nacional dos Trabalhadores no Ramo Químico - CNTQ,  apresentou ao governador, o pedido de regularização das áreas que foram permutadas a título de concessão para algumas entidades sindicais para a implantação da Colônia de Férias em Caraguatatuba, em benefício das comunidades, da classe trabalhadora e de suas famílias.

Silvan reafirmou a necessidade do respeito à Convenção Coletiva de Trabalho do setor Farmacêutico, tendo em vista que nos anos anteriores, com exceção de 2011, o Sindiquímicos teve que paralisar as atividades da empresa FURP para que o governo do Estado  cumprisse com as cláusulas econômicas tais como reajuste, PLR e abono indenizatório. "Esperamos que agora que nos aproximamos da data-base do setor que é 1º de abril e já estamos em negociação, o governador na condição de empregador, cumpra com a sua obrigação aplicando na íntegra a CCT", salienta.

O encontro também deu ênfase aos seguintes temas:

Sacolinhas de plástico - Questionamento geral e críticas ao acordo do banimento das sacolas plásticas. Lembrando que aproximadamente 35 mil trabalhadores no estado de São Paulo, se encontram ameaçados por tal medida. Um acordo que beneficiou as grandes redes de supermercado, sendo que os trabalhadores não foram chamados para participar da discussão.
"Surpreendeu-me particularmente a fala do governador ao esclarecer que a iniciativa da abolição das sacolinhas partiu dos supermercados que estão livres para vender as sacolinhas biodegradáveis, que eles defendem que reduzem o impacto no meio ambiente", diz.
Diante de tal declaração, Silvan solicitou que o presidente da FEQUIMFAR  agende reunião com o secretário municipal do meio ambiente, Bruno Covas, para esclarecer o que está ocorrendo em relação a este fator. "O acordo é prejudicial aos trabalhadores do setor como também aos consumidores do Estado de São Paulo. Também não ficou comprovado nenhum  benefício ao meio ambiente, até agora quem está ganhando são os supermercados", fala.

Guerra Fiscal no setor farmacêutico - A necessidade de um diálogo maior referente à guerra fiscal existente no setor da indústria farmacêutica, que hoje emprega mais de 50 mil trabalhadores no estado de São Paulo. Sendo que hoje o ICMS cobrado no Estado de São Paulo, comparado com outros, somente é menor que no estado do Rio de janeiro. Em relação a outros países a carga tributária em medicamentos no Brasil é extremamente alta.

Setor sucroalcooleiro - Aspectos positivos referentes ao bom histórico de relacionamento da FEQUIMFAR com o governo do estado, junto às necessidades do setor de fabricação de álcool/etanol. É preciso reaver as discussões, lembrando que o Pacto pelo Emprego feito em São Paulo (no governo Mário Covas) retomou o fortalecimento do setor.

Segmentos Químicos e Petroquímicos - A projeção para 2012 de um déficit na balança comercial de U$ 32 bi, lembrando que em 2011 o mesmo foi de U$ 26 bi, reforça a necessidade de que seja dado um maior destaque ao ramo químico, principalmente junto à indústria de transformação do plástico, segmento altamente gerador de emprego.

Indústria de fabricação de brinquedos e instrumentos musicais - Maior incentivo e fortalecimento do apoio ao setor, junto a medidas que já são realizadas, como a redução do ICMS, em beneficio do emprego e de toda sociedade.

Conselho de Desenvolvimento - Pela implantação e efetivação do Conselho de Desenvolvimento do Estado de SP, como medida fundamental para o crescimento e desenvolvimento econômico e social em todo o Estado.

Processos de falência e mudanças de empresas - Auxílio direto a cidades e regiões, que estão sofrendo com ameaças de mudança e falências de indústrias, a exemplo do que está ocorrendo em Espírito Santo do Turvo, com a falência da Usina Agreste. Solicita-se o empenho do governador para efetivar o leilão da empresa, visando a retomada das atividades.

Pedágios na região de Campinas, Cosmópolis, Jaguariúna - Maior critério e facilitação do transporte, locomoção e mobilidade dos trabalhadores dessas cidades e regiões. Nesse sentido, o governador anunciou que estão sendo tomadas medidas para os chamados curtos trajetos, com preços mais acessíveis aos usuários.

Qualificação e requalificação profissional - Necessidade maior de implantação de programas de cursos profissionalizantes, para trabalhadores, desempregados e jovens que estão entrando no mercado de trabalho, tendo em vista fatores como a alta rotatividade no ramo químico, junto a falta de mão de obra qualificada, bem como a fala de mecanismos que inibam a demissão imotivada.

Delegacias da Mulher - Instalação e abertura permanente de delegacias da mulher, principalmente nos finais de semana, porque é quando ocorre a maior incidência de violência contra.

Transporte na Baixada Santista - Em benefício do Polo Petroquímico da Baixada Santista, os trabalhadores reivindicam a construção da 3ª pista da rodovia de acesso ao mesmo, junto a maiores investimentos em infraeestrutura.

Saúde e Segurança do Trabalhador - Por um apoio maior a  fiscalização e aparelhamento da policia especializada em acidentes de trabalho.

Por fim, Sergio Luiz Leite, o Serginho, solicitou um espaço permanente de diálogo com o governo do estado, objetivando construir propostas e metas que visem a implantação de políticas públicas geradoras de empregos de qualidade e consequentemente o fortalecimento da indústria paulista.

"Nesse contexto, em que reiteramos a continuidade de uma relação histórica e recíproca entre os Químicos da Força e governo do estado, junto a nossas preocupações e solicitações de medidas concretas, referentes às necessidades dos trabalhadores e trabalhadoras dos segmentos químicos, junto a suas famílias e comunidades, de todas regiões do Estado", Sergio Luiz Leite, presidente da FEQUIMFAR.

Crédito: Arquivo FEQUIMFAR

Projeto Verão sem AIDS                                                                                                                  07/03/2012

CNTQ recebe agradecimento por apoio a 17ª Edição

Antonio Silvan Oliveira, presidente da CNTQ e do STI Guarulhos e diretor da FEQUIMFAR, recebeu no dia 01 de março, de João Scaboli, uma placa em agradecimento a participação e ao apoio da CNTQ na 17ª Edição do Projeto Verão sem AIDS, na Praia Grande/São Paulo.

Foto:  Fábio Casseb

Campanha Salarial e Social dos Trabalhadores nas Indústrias Farmacêuticas 2012/2013

QUÍMICOS DA FORÇA:

TRABALHADORES DA INDÚSTRIA FARMACÊUTICA REIVINDICAM 5% DE AUMENTO REAL

No dia 7 de março, dirigentes da FEQUIMFAR (Federação dos Trabalhadores nas Indústrias Químicas e Farmacêuticas do Estado de São Paulo) e de seus sindicatos filiados entregaram a pauta com as reivindicações da categoria dos trabalhadores nas indústrias farmacêuticas ao setor patronal, representado pelo SINDUSFARMA.

Após ter sido aprovada pelos trabalhadores da base, a pauta foi levada para assembleia, na sede da FEQUIMFAR, onde também foi ratificada pelos diretores da FEQUIMFAR e dos 25 sindicatos que integram esta campanha salarial e social.

As principais reivindicações são:

- Reajuste salarial: 5% de aumento real + INPC (inflação do período)

- Piso salarial de R$ 1.200,00         

- PLR no valor de 2 salários normativos

- Acesso gratuito aos medicamentos para os trabalhadores e seus familiares

Representando cerca de 15 mil trabalhadores em todo o estado de São Paulo, distribuídos nas indústrias farmacêuticas, a FEQUIMFAR e seus Sindicatos filiados iniciaram a Campanha Salarial e Social em fevereiro, quando foi realizado o Seminário de Negociação Coletiva, para discussão e elaboração da pauta de reivindicações.

“Nesta campanha salarial e social, já estamos mobilizando os trabalhadores e trabalhadoras da indústria farmacêutica junto a uma série de manifestações em todo o estado, para garantir nossas reivindicações. O atual momento econômico é favorável para ampliar a participação do trabalhador na renda nacional. O faturamento e a produtividade das indústrias farmacêuticas estão em franca expansão, de 2010 para 2011, o faturamento subiu 15,3%, que representa um faturamento líquido de R$ 41,7 bilhões, sendo assim, nossa luta é para que os trabalhadores e trabalhadoras recebam a sua parte.”

Sergio Luiz Leite, Serginho, presidente da FEQUIMFAR (Federação dos Trabalhadores nas Indústrias Químicas e Farmacêuticas do Estado de São Paulo)

“Este ano serão discutidas somente as cláusulas econômicas da Convenção Coletiva de Trabalho, porque as sociais já estão garantidas por dois anos. Para esta campanha, nossas principais bandeiras de luta são aumento real nos salários e na PLR, além da gratuidade de medicamentos para todos os trabalhadores e suas famílias.”

Edson Dias Bicalho, secretário geral da FEQUIMFAR (Federação dos Trabalhadores nas Indústrias Químicas e Farmacêuticas do Estado de São Paulo)

“A FEQUIMFAR e seus sindicatos filiados, com o apoio de nossa central, Força Sindical, já estão mobilizando todos os trabalhadores das indústrias farmacêuticas em todas regiões do estado de São Paulo. Nossa maior expectativa é de que os representantes patronais atendam as reivindicações da categoria”

Danilo Pereira da Silva,
presidente da Força Sindcal São Paulo

“Podemos enxergar o reflexo do bom desempenho das indústrias farmacêuticas nas regiões, observando alta na produtividade, no ritmo interno do trabalho, e por isso, vamos buscar mais benefícios e ganho real aos trabalhadores.”

Antonio Silvan Oliveira,
presidente da CNTQ (Confederação Nacional dos Trabalhadores nos Ramos Químicos)


A data-base do setor farmacêutico é 1º de abril
Dia Internacional da Mulher
Previdência                                                                                                                                                     12/03/2012

CNTQ preocupada com a proposta do Fundo de Previdência Complementar do Servidor Público

A Câmara dos Deputados do texto instituiu o Fundo de Previdência Complementar do Servidor Público -  Funpresp -  executivo, legislativo e judiciário -  e que segundo a proposta iguala o teto de aposentadoria dos servidos públicos ao do regime privado.
O texto, que passa agora a ser analisado pela Comissão de Constituição e Justiça - CCJ, de Assuntos Sociais e de Assuntos Econômicos no Senado estabelece o teto da aposentadoria no setor público em R$ 3.916,20 para os servidores públicos federais, igual ao que recebem os aposentados oriundos da iniciativa privada. A medida, que valerá para servidores públicos contratados após a sanção da nova lei, também prevê a contribuição de 11% sobre o teto do Regime Geral da Previdência Social. Causa estranheza, a escolha do ex-ministro da previdência e senador José Pimentel (PT-CE) para relator da CCJ.
Quem quiser um benefício maior terá que pagar outra contribuição, que irá para um fundo complementar. O governo também participará deste fundo, empatando o índice aplicado pelo trabalhador, até o limite de 8,5%.
O novo sistema previdenciário, que valerá apenas para os novos servidores, visa acabar com o déficit do setor.
Dados da equipe econômica mostram que os cerca de 950 mil aposentados e pensionistas da União geraram, em 2011, um déficit em torno de R$ 60 bilhões.
Para efeito de comparação, no INSS, que banca a aposentadoria do setor privado e tem mais de 20 milhões de aposentados e pensionistas, o déficit foi de R$ 35 bilhões.
A expectativa é que, em um primeiro momento, o novo regime gere despesas extras para a União, que terá que arcar com os dois modelos de Previdência (o novo e o antigo). E o servidor que já contribui poderá optar pela migração ao novo modelo de previdência e pela saída do regime atual, optando assim pela participação proporcional nos dois modelos.

Diante da proposta do governo para a criação do fundo (Funpresp),  Antonio Silvan Oliveira, presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores no Ramo Químico - CNTQ e do Sindiquímicos Guarulhos, se diz favorável as mudanças nas regras atuais, o que ele qualifica como positivas, mas espera que não violem os direitos ou até mesmo as expectativas de direitos existentes em função dos contratos de trabalho em andamento, como deslealmente é praticado com a legislação Previdenciária dos trabalhadores vinculados ao regime de Previdência dos trabalhadores nas empresas da iniciativa privada. "Se faz necessário lembrar que a previdência dos trabalhadores nas empresas da iniciativa privada nunca padeceu dos mesmos vícios e mazelas existentes na previdência dos funcionários públicos em que o controle e a formulação das políticas administrativas da área ainda são de total controle do Estado", diz.
Antônio Cortez Morais, diretor  do departamento de Assuntos Previdenciários da CNTQ se diz preocupado com a expectativa de que o déficit só será zerado em um prazo de mais de 30 anos. "Em uma economia de oscilação é arriscado fazer uma projeção a tão longo prazo e com um resultado tão insatisfatório como o que vem sendo apontado. E em caso da projeção estar errada qual é o novo caminho?", questiona.
Outro ponto a se considerar, segundo Cortez é que o servidor não pode arcar com a responsabilidade imposta a ele. "Os encargos no decorrer do plano não devem ser atribuídos ao trabalhador, o governo é quem tem que assumir, assim como todos os direitos deste trabalhador", assegura.
Cortez reitera ainda sua preocupação quanto à fiscalização da administração dos fundos. "O governo precisa apontar quem responderá pelo programa de fiscalização da administração dos recursos destes fundos, de que forma serão repassados, evitando assim, o desvio e o repasse ilegal", encerra.
Direto da Base                                                                                                                                12/03/2012

Mulheres são homenageadas em evento organizado pelo Sindiquímicos

Um final de semana dedicado às mulheres. O Dia Internacional da mulher foi celebrado por trabalhadoras da categoria de 9 a 11 de março, com o Seminário em sua Colônia de Férias em Caraguatatuba.
O evento organizado pelas diretoras do departamento da mulher, Vilma  Pereira Pardinho, Neusa Maria Marques e Eliana Aparecida Cardoso dos Santos, teve a adesão  de mais de 120 mulheres entre funcionárias do setor das empresas Aché, Furp,  Polibalbino, Stiefel, Bremem e sócias voluntárias e contou com palestras sobre Câncer de Mama, Trabalho Decente,  HIV/Aids e Violência contra as Mulheres, além da distribuição de material educativo sobre DST/Aids, Vamos reciclar?, Prevenção do autoexame, Convenções Coletivas de Trabalho dos Químicos e Farmacêuticos que foram entregues em uma bolsa especialmente confeccionada pela equipe de organização.
Em toda a extensão do salão de palestra, as participantes tiveram acesso a um painel que retratava cenas de violência contra a mulher e palavras de incentivo para denúncia e um basta à violência, assim como figuras de prevenção do autoexame e incentivo ao uso de camisinha.

Ao dar boas vindas as mulheres e cumprimentá-las pela data,  Vilma Pardinho fez questão de falar de igualdade entre homens e mulheres em todos os âmbitos da sociedade com direitos e iguais participações no trabalho, na família e no cuidado com os filhos. "Mulheres e homens têm que ter a oportunidade de dividirem as tarefas de casa. O homem deveria receber licença-paternidade e ter flexibilidade para acompanhar uma reunião dos filhos na escola ou uma ida ao médico", considerou.
Neusa Maria Marques fez questão de proferir palavras de incentivo às mulheres. "Somos guerreiras e lutaremos juntas para mais conquistas e vitórias dentro e fora do ambiente de trabalho", disse.
Para Eliana Aparecida Cardoso dos Santos quanto mais informação, mais a mulher se sentirá preparada para enfrentar os desafios do dia a dia. "As informações e experiências obtidas no encontro serão compartilhadas com as nossas companheiras de trabalho, nossos familiares e amigos", constatou.
Antonio Silvan Oliveira, presidente do Sindiquímicos e Confederação Nacional dos Trabalhadores no Ramo Químico - CNTQ fez questão de cumprimentar a todas as mulheres presentes no evento e destacou a importância da mulher no resgate da família. "Além do importante papel no desenvolvimento deste país, a mulher tem o compromisso com a família, papel que desempenha como ninguém, mas precisa ser ampliado por ações efetivas na luta por trabalho igual, salário igual e igual oportunidade a todos. Que vocês possam se aproximar das dirigentes sindicais e possam dialogar, mostrando seus problemas dentro do ambiente de trabalho para que juntos possamos melhoras as condições de trabalho", falou.
Nelson Agostinho de Oliveira, diretor do departamento da saúde, segurança e meio ambiente do Sindiquímicos, fez questão de prestigiar o evento e elogiar a participação das mulheres em todos os âmbitos da sociedade.
Temas
Câncer de mama e suas formas de prevenção foi o tema da palestra da pedagoga e tecnóloga em  radiologia, Zenaide Souza que acompanhada dos bombeiros Denis Ramos e Erick Martins discorreu sobre o tema. "A prevenção associada a uma alimentação saudável, exercícios regulares e demais cuidados com a saúde e exames rotineiros são grandes armas contra a doença", disse. Ao final de sua participação, os bombeiros distribuíram rosas para as participantes.
Ao falar de Trabalho Decente, a advogada do Sindiquímicos, Maria José Aguiar de Freitas ressaltou a importância do tema e da consonância entre dirigente sindical e trabalhadores na obtenção de um trabalho com igualdade de oportunidades de tratamento no emprego e ambiente de trabalho salutar.  "As ações conjuntas do dirigente sindical, membros da CIPA e trabalhadores no combate ao assédio moral e sexual  e contra qualquer má condição de trabalho proporcionam  qualidade de vida no ambiente de trabalho", falou.
HIV/Aids foi o tema da palestra da psicóloga parceira do Sindiquímicos, Priscila Kely da Rocha Pech. Priscila discorreu sobre elementos facilitadores para o contágio do vírus, consequências, prevenções, sintomas da doença e políticas públicas que asseguram o tratamento. "É preciso diferenciar HIV e Aids. Conversar sobre formas de prevenção e principalmente se cuidar", falou.  Priscila compartilhou um vídeo de depoimentos de jovens que contraíram o vírus, mas que não manifestaram a doença. "O que nos chama atenção é quantos jovens possuem o vírus. Por isso, a informação associada à prevenção é importante", esclareceu.  Segundo dados do ministério da saúde, a presença da doença entre rapazes com idade entre 17 e 20 anos cresceu 33%. A pesquisa levou em consideração os últimos cinco anos.

O seminário foi encerrado com a palestra proferida por Jeanne Ribeiro Coelho, advogada, que falou sobre Violência contra as mulheres.  Para tratar o assunto, a doutora relacionou as leis existentes no combate à violência contra as mulheres e a violência contra aos direitos da mulher, mas fez questão de abordar o tema sobre a ótica da mulher que também por questões comportamentais permite a violência. "A violência contra a mulher tem que ser combatida em todos os âmbitos da sociedade. Mas infelizmente, não podemos esquecer que  ela também é gerada pela própria mulher que a partir do seu preconceito gera situações de violências verbais e não só físicas também contra outras mulheres. Temos que lutar pelo respeito", discorreu.


O que se falou do evento
Pela primeira vez no evento, a empresa Stiefel participou com quatro trabalhadoras, Maria José Sena de Jesus, Magna Feltrin, Lucinete Maria de Oliveira e Arlete Regina Gonçalves.  As trabalhadoras foram  unânimes ao dizerem que os temas abordados foram valiosos para o evento e já se mostraram animadas para a edição em 2013. Indagadas o porquê da primeira participação nas ações do Sindiquímicos, Maria José,  que assim como Magna são sócias da entidade, disse que faltava interesse da parte do grupo, mas que agora que viram que o encontro debate temas atuais e importantes  para a vida dentro da empresa e comunidade, não faltará oportunidade para esta aproximação.  "O encontro nos esclareceu muitas dúvidas", disse.
Para Neuma Souza da empresa Polibalbino, também pela primeira vez no evento, o que tema de câncer de mama ampliou seus conhecimentos. "A palestra esclareceu inúmeras dúvidas. Dúvidas que eu tinha vergonha de perguntar, mas com a participação das outras mulheres foram esclarecidas", falou.


Agradecimento

Em agradecimento ao incentivo e estímulo no desenvolvimento de atividades do departamento, as organizadoras agradeceram a diretoria do Sindiquímicos, as participantes, palestrantes, a funcionária e colaboradores do departamento e funcionários da Colônia pelo apoio.
O evento também contou com o apoio da CNTQ.



Direto da base                                                                                                                                                          13/03/2012

Químicos da Força reivindicam 10% de reajuste salarial para trabalhadores nas indústrias de fabricação do Álcool/Etanol

A FEQUIMFAR e seus Sindicatos filiados, que representam mais de 35 mil trabalhadores nas Indústrias de fabricação do álcool/etanol, reunidos nos dias 12 e 13de março, em Álvares Machado, região de Presidente Prudente - SP,  deliberaram a Pré-Pauta de reivindicações da categoria, para Campanha Salarial e Social dos trabalhadores do setor.

Destaques da Pré-pauta de Reivindicações:

"10% de Reajuste Salarial (5% de aumento + o INPC/inflação dos últimos 12 meses)

"Piso Salarial de R$ 1.100,00

"PLR de 2 pisos normativos

Assembleias para avaliação e aprovação das reivindicações

Sergio Luiz Leite, o Serginho, presidente da FEQUIMFAR e 1º secretário da Força Sindical, informa que nos próximos dias, os Sindicatos filiados a FEQUIMFAR, que integram a Campanha Salarial e Social desse ano, estarão realizando suas assembleias, junto aos trabalhadores de suas bases, em todas as regiões do estado de São Paulo, para avaliação e aprovação da Pré-Pauta de reivindicações da categoria, sendo que a mesma deverá ser entregue aos representantes patronais, que são representados pela UNICA (União da Indústria de Cana de Açúcar)".

Até o dia 09/04, serão realizadas assembleias pelas bases, para aprovação da Pré-Pauta entre os trabalhadores. No dia 10/04, após uma grande assembleia na sede da FEQUIMFAR, a Pauta será entregue ao setor patronal, representado pela UNICA.

Manifestações e mobilizações pela Campanha Salarial e Social

A Pré-Pauta foi discutida e aprovada no seminário de negociação coletiva da categoria. No evento promovido pela FEQUIMFAR (Federação dos Trabalhadores nas Indústrias Químicas e Farmacêuticas do Estado de São Paulo), entidade filiada à Força Sindical, foi apresentada e avaliada uma série de dados e números referentes ao setor de fabricação do álcool/etanol.

A partir de agora, a entidade mobilizará toda a categoria, realizando manifestações e paralisações de conscientização, junto às portas de fábrica das indústrias do setor de álcool/etanol, em todas as regiões do estado de São Paulo.
Histórico da Campanha

"Nos últimos anos, foi constatado um significativo desenvolvimento e consolidação do setor de fabricação do álcool/etanol no país. Hoje, o preço do produto, sua produtividade e o faturamento do setor estão em alta e por isso, nossa luta é para que os trabalhadores e trabalhadoras recebam a sua parte", declara Sergio Luiz Leite, o Serginho, presidente da FEQUIMFAR.

"O movimento sindical já conquistou muitas melhorias para a classe trabalhadora, como FGTS, adicionais, direito às férias, PLR, além de outros direitos que também proporcionam melhores condições na vida de todo cidadão. Vamos continuar somando nossos esforços, ao lado dos Sindicatos, junto à toda categoria, para melhorar ainda mais essas conquistas e ampliar nossos direitos", declara Edson Dias Bicalho, secretário geral da FEQUIMFAR.

Principais Bandeiras de luta:

- Reposição das perdas salariais

- Aumento real

- PLR (participação nos lucros e/ou resultados)

- Fim da rotatividade da mão de obra

- Direito à qualificação e requalificação profissional

- Melhoria nas condições de saúde e segurança

-Igualdade de oportunidades

A FEQUIMFAR e seus sindicatos filiados representam mais de 35 mil trabalhadores distribuídos nas usinas e destilarias de álcool/etanol em todo o estado de São Paulo, sendo que a data base da categoria é 1º de maio.
CNTQ no Fórum Sindical dos Trabalhadores em Brasília                                                                  15/03/2012   

A CNTQ participou no dia 13 de março do Fórum Sindical dos Trabalhadores em Brasília.

Na pauta da reunião, a PEC 369/2005 de proposta de reforma sindical que institui a contribuição de negociação coletiva, a representação sindical nos locais de trabalho e a negociação coletiva para os servidores da Administração Pública; acaba com a unicidade sindical; incentiva a arbitragem para solução dos conflitos trabalhistas e amplia o alcance da substituição processual, podem os sindicatos defender em juízo os direitos individuais homogêneos.

Segundo Divino Gonçalves da Silva, assessor sindical da CNTQ, as entidades sindicais presentes na reunião elegeram um grupo de trabalho para criar uma proposta substitutiva a PEC em tramitação na Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania da Câmara - CCJ da Câmara dos Deputados. 

Direto da base                                                                                                                                15/03/2012

CNTQ na  1ª rodada de negociação coletiva do STI Plásticos de Joinville/SC

Representada por seu vice-presidente, Larri dos Santos, Orlando Machado Salvadore, secretário-geral, a CNTQ participa nesta sexta-feira, dia 16 de março da 1ª Rodada de negociação coletiva do STI Plásticos de Joinville/SC. O companheiro Djalma de Paula, presidente do STI de Rio Claro/SP integrará a equipe da CNTQ e estará representando também a Federação dos Trabalhadores nas Indústrias Químicas e Farmacêuticas do Estado de São Paulo (FEQUIMFAR).

Segundo o presidente do STI Plásticos de Joinville/SC, Reinaldo Schroeder, nesta 1ª Rodada estão pautadas cláusulas econômicas e sociais, como a correção do INPC + 7º de aumento real entre outros itens. A data-base da categoria é 1º de abril.

Para Larri dos Santos que na rodada estará representando a Federação dos Trabalhadores das Indústrias Químicas e Farmacêuticas do Rio Grande do Sul, a participação da CNTQ na rodada é resultado do trabalho que vem sendo desenvolvido pela entidade no fortalecimento da categoria na região. “A região Sul está muito bem amparada pela CNTQ e a participação neste processo importante de negociação reafirma este apoio ao Sindicato e em prol de cláusulas tão importantes ao trabalhador do setor plástico”, considera.

“As entidades juntas apoiam o trabalhador e o sindicato de sua representação”, encerra Larri.
Direto da Base                                                                                                                                22/03/2012

STI Sorocaba realiza paralisação na empresa Tec-Screen

A CNTQ,  FEQUIMFAR e o STI Guarulhos estiveram no dia 15 de março na cidade de Sorocaba, em São Paulo, para apoiar o STI Sorocaba em movimento contra a empresa Tec-Screen.  A reunião aconteceu na Sede da empresa e foi coordenada por Carlos Alberto dos Santos, o Carlão, presidente do STI Sorocaba. Os trabalhadores da empresa passam por algumas deficiências como, a diminuição no valor das cestas básicas, a insatisfação dos trabalhadores com o convênio médico fornecido, o atraso nos salários, o não pagamento da PLR conforme determinação da Convenção Coletiva da Categoria e o não recolhimento em dia do FGTS e do INSS dos trabalhadores. Após a assembleia, os trabalhadores realizaram uma votação onde ficou decidido que tentariam uma negociação com a empresa, sem entraram em estado de greve, até que seja apresentada uma solução para os problemas citados.

Direto da Base                                                                                                                                22/03/2012

STI de Salto e Região mobiliza trabalhadores na empresa Itaquiti Plásticos

A CNTQ, FEQUIMFAR e o STI Guarulhos estiveram no dia 20 de março na cidade de Indaiatuba em São Paulo, para apoiar o STI de Salto e Região na paralisação da empresa Itaquiti Plásticos.
A fim de obter melhores salários e condições de trabalho, os trabalhadores estavam mobilizados desde o dia 14 de março. No dia 21, a direção da empresa convocou Raildo Vieira, presidente do STI de Salto e região para uma reunião onde foi apresentada a seguinte proposta:
"Vale-alimentação no valor de R$ 80,00
"Vale-combustível no valor de R$ 20,00 para os trabalhadores (as) que utilizam moto para o deslocamento até o trabalho.
"Intervalo de 15 (Quinze) minutos para café.
"A empresa compromete-se a aceitar todo tipo de atestado médico (os médicos devem estar credenciados junto ao CRM).
"A empresa compromete-se a fornecer alimentação quando os trabalhadores (as) forem convocados para prestação de hora-extra.
Diante da proposta, os trabalhadores aceitaram voltar ao trabalho que deve acontecer ainda nesta quarta-feira, dia 21, 2º turno e no dia 22, no 1º turno. 
Direto da Base                                                                                                                                 22/03/2012

STI Sorocaba mobiliza trabalhadores de Itupeva e região

A Confederação Nacional dos Trabalhadores no Ramo Químico - CNTQ, a Federação dos Trabalhadores nas Indústrias Químicas e Farmacêuticas do Estado de São Paulo - FEQUIMFAR, o STI Guarulhos - Sindiquímicos e demais Sindicatos do interior do estado de São Paulo, filiados a Força Sindical  estiveram no dia 20 de março em Itupeva, em São Paulo, para apoiar o movimento orquestrado por Carlos Alberto dos Santos, o Carlão, presidente do STI Sorocaba e Jurandir Pedro de Souza, diretor da FEQUIMFAR, em diversas empresas da região. A mobilização junto aos trabalhadores teve como objetivo esclarecer a tentativa do STI de Jundiaí -, que não representa os trabalhadores de Louveira, Itupeva, Jarinu, e Cabreúva -, em prejudicar a organização do STI Abrasivos, Químicas, Farmacêuticas, Cosméticos, Abrasivos, Plásticos e similares de Louveira, Itupeva, Jarinu, e Cabreúva.
Na ação foram distribuídos comunicados aos trabalhadores para que eles fiquem atentos quanto a mais uma ação enganosa do STI de Jundiaí que pode atrapalhar o direito
legítimo dos trabalhadores de se organizarem em um sindicato forte e atuante na defesa de seus interesses.


Guerra dos Portos                                                                                                                           26/03/2012

CNTQ discute resolução 72/10

A CNTQ esteve nos dias 20 e 21 de março em Brasília para participar de debate conjunto das Comissões de Constituição e Justiça e de Assuntos Econômicos do Senado sobre o projeto que uniformiza a cobrança de ICMS para operações interestaduais com bens e mercadorias importados (PRS 72/10). A proposta de autoria do senador Romero Jucá (PMDB-RR), que está tramitando no Senado, acaba com a guerra fiscal travada em vários Estados que oferecem benefícios para o desembarque de produtos importados em seus portos.

O Grito de Alerta comandado por dirigentes da Força Sindical teve a participação da CUT, governadores, juristas, economistas e senadores, que explanaram sobre a resolução.

Segundo Antonio Cortez Morais, diretor de assuntos previdenciários da CNTQ, secretário de assuntos previdenciários da Força Sindical SP e vice-presidente do Sindiquímicos/Guarulhos, presente nos dois dias de evento, 14 estados representados no debate se mostraram preocupados com o cenário atual de nossa economia que com a prática da abertura dos portos representa o sucateamento da produção industrial. “A prática está sendo vista com preocupação. Mesmo diante da resolução 72/10, alguns estados, a exemplo de Goiás e Santa Catarina, defendem uma política compensatória perante a perda da arrecadação do ICMS”, diz.

“Mesmo adotada, a Resolução 72/10 por si só não resolverá o problema. Afinal, a entrada dos importados aconteceu, em primeiro momento, para suprir as deficiências de produção do nosso país. Produtos importados e nacionais precisam ter o mesmo peso tributário. Não pode haver diferenciação para carga tributária, principalmente, em detrimento ao nosso mercado”, salienta.

Atos contra a desindustrialização

Dirigentes sindicais e empresários programaram atos contra a desindustrialização. A primeira manifestação foi realizada no Porto de Itajaí, em Santa Catarina, no dia 22 de março. Em seguida, será em Porto Alegre (RS), no dia 26. Em Curitiba, o ato será no dia 3 de abril.

Em São Paulo será no dia 4 de abril, na Assembleia Legislativa, com cerca de 100 mil pessoas.

A fim de defender a produção e o emprego brasileiros, entidades representativas assinaram manifesto em que pedem medidas emergenciais para a retomada da indústria nacional com medidas macroeconômicas, investimento produtivo como promotor do crescimento econômico, defesa comercial – inversão do atual quadro de invasão das importações no mercado brasileiro, fim dos incentivos fiscais às importações e crescimento industrial como prioridade da política econômica – metas e contrapartidas.
Direto da Base                                                                                                                                 28/03/2012

Trabalhadores do plástico de Joinville estão mobilizados em estado de greve. As negociações por empresas já começaram!


Devido a intransigência da bancada patronal, sendo que não houve avanço nas rodadas de negociações referente a Campanha Salarial dos trabalhadores do setor plástico de Joinville, o Sindicato deu início a negociação por empresa, onde já estão sendo verificadas uma série de avanços, junto às reivindicações da categoria.

O desfecho para a abertura de negociação direta por empresas se deu em razão do impasse gerado, após a segunda rodada de negociação com a bancada patronal.

A categoria se encontra mobilizada, em estado de greve desde o começo da semana, sendo que o Sindicato está resolvendo as questões jurídicas para que nos próximos dias, as paralisações comecem nas empresas que se recusarem a negociar.

A pauta de reivindicações dos trabalhadores inclui:

- aumento real de 7% + reposição do INPCIBGE
- piso salarial de R$ 1.200,00
- para as empresas que não possuem Acordo Coletivo, PLR no valor de 1 salário nominal (pago em 2 parcelas)

O STI Plásticos de Joinville/SC representa cerca de 20 mil trabalhadores e a data-base da categoria é 1º de abril.

Reinaldo Schroeder, presidente do STI Plásticos de Joinville/SC, afirma: “Nossa campanha salarial norteia outras categorias, por isso, não podemos aceitar reajustes baixos, precisamos fazer um bom acordo para cada vez mais, fortalecer e desenvolver ainda mais a classe trabalhadora da região”.
Direto da Base

Trabalhadores nas Indústrias Farmacêuticas conquistam melhora na proposta patronal

Dirigentes da FEQUIMFAR – Federação dos Trabalhadores nas Indústrias Químicas e Farmacêuticas do Estado de São Paulo, entidade filiada a Força Sindical, e de seus sindicatos filiados, reuniram-se nesta quarta-feira, dia 28 de março, com a bancada patronal, representada pelo SINDUSFARMA, para a segunda rodada de negociação da Campanha Salarial e Social do setor farmacêutico 2012/2013.

Após várias discussões, foi conquistada uma melhora na proposta, com novos reajustes econômicos para a categoria de trabalhadores.

Nova proposta:

- Reajuste de 7,5% - 7,5% até o salário de R$ 5.500,00 e acima um fixo de R$ 412,00 (equivalente a 2,17% de aumento real)

- Piso Salarial:

Empresas com até 100 empregados                                    R$ 967,50

Empresas com mais de 100 empregados                             R$ 1.075,00

- Participação nos Lucros e/ou Resultados:


Empresas com até 100 empregados                                    R$ 1.021,25

Empresas com mais de 100 empregados                             R$ 1.397,50

- Cesta Básica ou Vale alimentação:

Empresas com até 100 empregados                                    R$  70,95

Empresas com mais de 100 empregados                             R$ 107,50

-  Reembolso de Medicamentos:

Mesmas regras com o reajuste de 2,81% nas faixas salariais

- Abono no valor de R$ 500,00

A bancada de trabalhadores, representada pela FEQUIMFAR e por seus sindicatos filiados, decidiram levar a proposta para ser analisada pelos trabalhadores da categoria até o dia 11 de abril, em assembleias junto à base, em todas as regiões do estado de São Paulo.

“Vivenciamos um  momento econômico favorável para ampliação da participação do trabalhador na renda nacional. Mobilizados, desde o início da Campanha salarial, agora seguimos para as assembleias  com os trabalhadores”, Antonio Silvan Oliveira, presidente da CNTQ e do STI Guarulhos.

“O faturamento e a produtividade das indústrias farmacêuticas estão em franca expansão, de 2010 para 2011, o faturamento subiu 18,8%, que representa um faturamento líquido de R$ 43,03 bilhões, sendo assim, nossa luta é para que os trabalhadores e trabalhadoras recebam a sua parte. Ressaltamos também que rotatividade no emprego dos trabalhadores do setor, gerou uma redução de mais de 19% nos salários dos trabalhadores admitidos e demitidos”, Sergio Luiz Leite, Serginho, presidente da FEQUIMFAR.

A data-base do setor farmacêutico é 1º de abril.
Saúde                                                                                                                                              04/04/2012

CNTQ na Oficina de Trabalho sobre o SUS

Nos dias 29 e 30 de março, Antonio Cortez Morais, diretor de assuntos previdenciários da Confederação Nacional dos Trabalhadores no Ramo Químico - CNTQ, vice-presidente do STI  Guarulhos e secretário de assuntos previdenciários da Força Sindical SP, diretores da Federação dos Trabalhadores nas Indústrias Químicas e Farmacêuticas do Estado de São Paulo - FEQUIMFAR e Sindicatos filiados participaram da Oficina realizada pelo departamento de saúde da FEQUIMFAR, com o apoio da Força SP e Regional da Baixada Santista.
João Scaboli, responsável pelo departamento de saúde do trabalhador da FEQUIMFAR, explicou que o evento contou com palestras que debateram temas que envolvem Saúde, Trabalho e Previdência, a Política Nacional de Saúde do Trabalhador, a Emenda Constitucional 29 e a Municipalização do SUS.

Durante a mesa de abertura, lideranças sindicais falaram da importância da promoção de atividades que informem os dirigentes sobre formas de interagir pela defesa da saúde do trabalhador brasileiro. 
Sergio Luiz Leite, o Serginho, presidente da FEQUIMFAR, disse que um dos objetivos do evento foi iniciar a discussão para conhecer o processo de funcionamento do SUS.
Ao debater o assunto, Antonio Cortez Morais, representando a CNTQ,  ressaltou a importância do programa de saúde do trabalhador na rede SUS e a destinação dos recursos no atendimento nos âmbitos municipais e estaduais.  "Defendemos a melhoria do atendimento SUS associado à melhoria do investimento assegurado para este programa", diz. A emenda 29 assegura que os estados devem garantir 12% de suas receitas para financiamento à saúde e que os municípios destinem ao menos 15% de suas receitas.
Em termos de contribuição, a CNTQ visa promover um debate nos âmbitos municipais e estaduais para que os candidatos ao pleito/2012, possam se comprometer a ampliar os recursos destinados ao SUS de forma a atender o programa de saúde do trabalhador na rede SUS. "Proporemos o debate e daremos o suporte para que ele aconteça nas cidades em que os Sindicatos filiados estejam estabelecidos", falou. Cortez lembrou ainda que a porcentagem estipulada vem de receitas dos municípios e estados.
Danilo Pereira da Silva, presidente da Força SP, falou da importância dos presentes serem multiplicadores, disseminando informações para que a entidade sindical também possa formular melhorias para órgãos como SUS.
Saúde do Trabalhador                                                                                                                    04/04/2012

FEQUIMFAR realiza Oficina de Trabalho sobre o SUS

Entre os dias 29 e 30 de março, dirigentes da FEQUIMFAR e Sindicatos filiados participaram da Oficina realizada pelo departamento de saúde da FEQUIMFAR, com o apoio da Força SP e Regional da Baixada Santista.
João Scaboli, responsável pelo departamento de saúde do trabalhador da FEQUIMFAR, explicou que o evento contou com palestras que debateram temas que envolvem Saúde, Trabalho e Previdência, a Política Nacional de Saúde do Trabalhador, a Emenda Constitucional 29 e a Municipalização do SUS.
Durante a mesa de abertura, lideranças sindicais falaram da importância da promoção de atividades que informem os dirigentes sobre formas de interagir pela defesa da saúde do trabalhador brasileiro.  
Edson Dias Bicalho, secretário geral da FEQUIMFAR, exaltou o trabalho do departamento de saúde do trabalhador da Federação, que está sempre preocupado em formar novos quadros para representar bem a categoria na luta pela saúde e qualidade de vida.
Danilo Pereira da Silva, presidente da Força SP, falou da importância dos presentes serem multiplicadores, disseminando informações para que a entidade sindical também possa formular melhorias para órgãos como SUS.
Herbert Passos, presidente do STI Santos e coordenador regional da Baixada Santista da Força SP, afirmou que o movimento sindical precisa pensar em desenvolvimento do país com qualidade de vida e a oficina é uma oportunidade para essa discussão.
Arnaldo Gonçalves, secretário de saúde do trabalhador da central Força Sindical, parabenizou a Federação dos Químicos pela iniciativa e disse que é importante defender e fortalecer o SUS, porque ele é uma conquista dos trabalhadores. "O SUS é fundamental para quem trabalha e quem não trabalha, é uma garantia de saúde de todo o povo brasileiro", completou.
Sergio Luiz Leite, o Serginho, presidente da FEQUIMFAR, disse que um dos objetivos do evento foi iniciar a discussão para conhecer o processo de funcionamento do SUS.

Estímulo à indústria                                                                                                                        04/04/2012

Governo lança pacote para aumentar competitividade indústria. Medidas também beneficiam segmentos plásticos

A CNTQ, representada por seu presidente Antonio Silvan Oliveira, e as lideranças do ramo químico, Sergio Luiz Leite, Edson Dias Bicalho e Herbert Passos Filho da FEQUIMFAR,  Scipião Júnior do STI Plásticos de Juiz de Fora - MG, Francisco P. Filho do Sindicato do Papel de Piracicaba, Vandeir Messias dos Químicos de Belo Horizonte e Larri dos Santos da Federação dos Químicos do Rio Grande do Sul, participou no dia 3 de abril do lançamento, realizado pelo governo federal, no Palácio do Planalto, de um pacote de medidas para aumentar a competitividade das empresas nacionais em meio à crise financeira internacional - fator que acirra a concorrência pelos mercados interno e externo. Nelas estão inseridas ações referentes à ampliação da desoneração da folha de pagamentos, que irão beneficiar a indústria química do plástico, além de outros segmentos industriais, junto à disponibilização de linhas de crédito e medidas de defesa comercial.

"Diante a desindustrialização, estas medidas urgentes anunciadas pelo governo federal, visa viabilizar o processo de recuperação do parque industrial. Cabe ao governo federal o papel de  viabilizar uma política industrial que possibilite e prestigie as indústrias que estão inovando e renovando o seu parque industrial e avançando em tecnologia e inovação com lançamento de novos produtos, além de incentivo a produção nacional", diz.

Silvan ressalta o estímulo ao setor plástico. "Todos os setores foram lembrados, de imediato, na proposta de desoneração de pagamento, com a mudança de calculo do recolhimento previdenciário que deixa de ser 20% da folha de pagamento e passa a ser 1% do faturamento, o setor plástico foi um dos lembrados e  contemplados. Esperamos que o setor empregador possa efetivamente levar a frente às mudanças que estão sendo apresentadas. Porque se isso não ocorrer de nada adianta a movimentação do governo federal", salienta.

O presidente da CNTQ lembra que o pacote anunciado já é resultados da mobilização dos trabalhadores e dos empregadores com a campanha nacional, O Grito de Alerta,  movimento que tem por objetivo chamar a atenção da sociedade em algumas capitais contra a desindustrialização do mercado nacional e que nesta quarta-feira, dia 4 de abril, reunirá cerca de 100 mil pessoas em São Paulo.

O governo se antecipou em medidas já solicitadas pelas entidades sindicais e empresariado brasileiro, quanto a avanços nas indústrias e aquecimento do mercado interno. "Tanto a Confederação como as centrais têm participado ativamente destas mobilizações em nível nacional, dizendo não a desindustrialização e sim, ao desenvolvimento com justiça social e pleno emprego", reafirma.

O sindicalista ressalta que os trabalhadores e os setores que representa estão em Campanha salarial, como os Farmacêuticos, em São Paulo; o setor Plástico em Santa Catarina, e também trabalhadores do  RJ, MG e São Paulo na indústria de material bélico. "Necessitamos de recuperação salarial com ganhos reais para garantir que a nossa população tenha condições de consumo", encerra.

"Há muito tempo estamos reivindicando ações concretas referentes ao problema da desindustrialização, junto a um dialogo permanente, frente às propostas do movimento sindical, para o enfrentamento de todo esse lamentável processo. E nesse sentido, reconhecemos como benéfico, o lançamento do pacote de medidas, mas reiteramos nossa preocupação maior, em relação à garantia de emprego para os trabalhadores e trabalhadoras dos setores produtivos industriais do país. Além de outras medidas essenciais, como o combate a rotatividade no emprego, condições e incentivo a qualificação profissional, reforma tributária, combate guerra fiscal entre os estados e a redução das taxas de juros. Muito nos preocupa também, é de que seja realizado um acompanhamento maior, no que tange a desoneração da folha de pagamento, em relação ao custeio da Previdência Social, em repúdio ao fator previdenciário, objetivando sempre o aumento do poder de compra dos aposentados", diz Sergio Luiz Leite, Serginho

O pacote de medidas está diretamente ligado à ampliação do processo de desoneração da folha de pagamentos, iniciado em agosto do ano passado, junto ao aumento da oferta de crédito para o setor produtivo, que, segundo o governo, também ficará mais barato; além de ações de defesa comercial, com o objetivo de evitar um aumento maior das importações; e o lançamento de um novo regime automotivo - que pretende estimular investimentos no Brasil e aumento do conteúdo local (peças nacionais).

PRINCIPAIS MEDIDAS: ·        Redução de até 30 % no IPI de carros de montadoras que comprarem peças nacionais ou do restante do Mercosul e investirem em pesquisa e inovação.

·        Empresas deixam de pagar 20% de contribuição ao INSS, e Tesouro Nacional banca eventual rombo da Previdência. No lugar dos 20%, as empresas pagarão de 1% a 2,5% sobre o faturamento. Essa taxa não será cobrada na exportação, mas incidirá na importação.

·        Redução de Imposto de Importação, IPI e PIS e Cofins em equipamentos e investimentos em portos e ferrovias.

·        Adiamento do pagamento de PIS e Cofins para cinco setores industriais com mais dificuldades: autopeças, têxtil, confecção, calçados e móveis. As empresas deixam de pagar os impostos em abril e maio e pagarão em novembro e dezembro. Isso deixa as empresas com um pouco mais de dinheiro em caixa por agora.

·        Incentivos no Imposto de Renda de pessoas físicas e jurídicas que contribuam com entidades de pesquisa sobre o câncer.

·        Instalação de 19 câmaras de competitividade, tendo como conselheiros empresários e trabalhadores. Entre os setores estão: saúde, bens de capital, mineração etc.

·        Levar banda larga à metade das casas nas cidades até 2014 e 15% das casas na área rural. Até 2014, atingir 60 milhões de acessos individuais à internet móvel e chegar a uma rede nacional de banda larga de 30 mil quilômetros.

·         Vão ser beneficiados com esse corte de imposto 15 setores. São eles: setor têxtil, confecções, couro e calçados, móveis, plásticos, material elétrico, autopeças, ônibus, naval, aéreo, mecânico, hotéis, tecnologia de informação, call center e chips.

A Previdência cuida da aposentadoria dos trabalhadores. É financiada com contribuição dos trabalhadores e das empresas. A nova medida elimina a contribuição direta das empresas. O ministro da Fazenda, Guido Mantega, disse que haverá uma taxa cobrada conforme o faturamento da empresa, mas que será menor que a alíquota de 20% sobre o salário de cada trabalhador. A alíquota será de 1% a 2,5% sobre o faturamento, conforme a área. As áreas têxtil e autopeças, por exemplo, pagarão 1%. Tecnologia da informação e call center pagarão 2%.

Dados Complementares:

Aumento da competição


Segundo o ministro da Fazenda, Guido Mantega, "A produção industrial, como participação do PIB, vem caindo no mundo todo. Já existe uma tendência estrutural de redução da indústria no mundo, que foi agravada pela crise de 2008 (...) Diante dessa situação internacional, temos de continuar tomando medidas para estimular investimentos públicos e privados. Há um processo permanente de aumento da competitividade, que aumenta em momentos de crise. Os preços são reduzidos, e os países ficam desesperados. Vendem produtos abaixo do preço de custo, dão subsídios, reduzem custo da mão de obra. É um momento que temos de dar um impulso forte para o aumento da competitividade brasileira".

Desoneração da folha de pagamentos

No caso da desoneração da folha de pagamentos, que começou em 2011 com o lançamento do plano "Brasil Maior", 11 novos setores foram incluídos pelo governo, o que representará uma renúncia fiscal (recursos que deixarão de ser arrecadados) de R$ 7,2 bilhões por ano, informou o ministro da Fazenda. Está prevista a eliminação da contribuição previdenciária patronal de 20% sobre a folha de pagamento. A cobrança será substituída por taxa de 1% a 2,5% sobre faturamento. Como a medida só valerá a partir de junho, a desoneração em 2012 pode chegar a R$ 3,1 bilhões.
Até o momento, havia quatro setores participantes: confecção, couros e calçados, "call centers" e de "softwares" (tecnologia da informação e tecnologia da informação e comunicação). Em troca dos 20% de contribuição patronal do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), estes setores têm seu faturamento tributado em 1,5%, com exceção dos "softwares" - cuja alíquota é de 2,5%.
Com as novas regras, anunciadas nesta terça-feira, os setores de têxtil, naval, aéreo, de material elétrico, autopeças, hotéis, plásticos, móveis, ônibus, máquinas e equipamentos para produção do setor mecânico, e "design house (chips)" estão entre aqueles que passarão a ter sua folha de pagamentos desonerada.
Além disso, a alíquota sobre o faturamento, que antes oscilava de 1,5% a 2,5%, será menor. Segundo o governo, passará a variar de 1% a 2%. As novas alíquotas também não incirão sobre as exportações, que serão totalmente desoneradas, acrescentou o ministro Mantega.
No mês passado, o ministro já havia informado que as empresas que tiverem desoneração da folha de pagamentos não poderão demitir. "Sempre todas essas medidas são mediante contrapartida da indústria. Quando fizemos a desoneração do IPI, sempre vem junto com contrapartida. Não pode demitir. Não pode reduzir direitos dos trabalhadores", afirmou a jornalistas na ocasião.

Mais crédito, com juros menores

Outra linha de atuação do governo para fortalecer a indústria brasileira é o aumento do crédito, que também terá taxas de juros mais baratas para o setor produtivo. Também haverá linhas de financiamento para o comércio exterior.

O Programa de Sustentação ao Investimento (PSI), que compreende linhas de crédito para bens de capital (máquinas para produção), inovação e pré-embarque de exportações, com vigência até o final deste ano, será renovado. Os juros, anteriormente, começavam em 5% ao ano para bens de capital, em 4% ao ano para inovação e em 7% ao ano para pré-embarque de vendas externas.

Desde a criação, em julho de 2009, o total de operações contratadas por meio do PSI atingiu R$ 153,4 bilhões, segundo informações do BNDES, agente financeiro que operacionaliza o programa.

Defesa comercial

Para defender o mercado interno para o produto local, o governo federal também anunciou medidas de defesa comercial, entre elas o aumento do PIS e da Contribuição para Financiamento da Seguridade Social (Cofins) sobre os importados - que corresponderá à alíquota sobre o faturamento.

Segundo Mantega, o governo brasileiro não é a favor do protecionismo, mas tem de se defender. "Não é protecionismo. O Brasil é contra o protecionismo. Mas não podemos ficar assistindo inertes ao protecionismo disfarçado que os países praticam. Temos várias operações da Receita para impedir essa avalanche de produtos", disse ele a empresários.

Preferência para compras nacionais

O ministro da Fazenda, Guido Mantega, também anunciou preferência para produtos e serviços nacionais nas compras governamentais. Segundo ele, haverá uma "margem de preferência" de até 25% sobre o preço do produto importado, ou seja, o importado poderá custar até mais barato, mas, mesmo assim, não será adquirido.

A margem varia de produto para produto, sendo de 8% para medicamentos, de 20% para fármacos, de até 25% para biofármacos, cuja previsão de aquisição, nos próximos dois anos, é de R$ 3,5 bilhões. Também há uma margem de 10% para retroescavadeiras e de 18% para "motoniveladoras".

O ato foi acompanhado por representantes sindicais, empresariais e políticos.

Fonte:  Imprensa Fequimfar, Troad Comunicação & Assessoria,  Força Sindical, Portal UOL.
Grito de Alerta                                                                                                                                 04/04/2012

CNTQ no ato pela indústria e empregos

A CNTQ se reuniu nesta quarta-feira, dia 4 de abril, com lideranças sindicais do ramo Químico do Estado de SP, FEQUIMFAR e seus 33 sindicatos filiados e representantes das diferentes centrais sindicais, empresários e estudantes para ato contra a desindustrialização pela indústria e pelo emprego, no estacionamento da Assembleia Legislativa, que reuniu 90 mil pessoas.
"A manifestação realizada hoje serviu para mostrar o rumo que trabalhadores e empresários querem para o País", declarou Paulo Pereira da Silva, Paulinho, presidente da Força Sindical. Segundo ele, a união do trabalho e capital é importante para manter as indústrias e garantir os empregos no Brasil.
Paulinho afirmou que "Se o Senado não aprovar logo a Resolução 72, que uniformiza a alíquota do ICMS nos Estados, vamos fechar os portos para impedir que os importados entrem de graça no Brasil fechando postos de trabalho aqui e criando empregos na China", disse Paulinho. Para ele, as medidas anunciadas pela presidente Dilma foram insuficientes. Precisamos baixar os juros, afirmou.
Esta também é a opinião de Antonio Silvan Oliveira, presidente da CNTQ e STI Guarulhos,  que apesar de aprovar as medidas anunciadas e esperar a franca recuperação da indústria, avalia como maior dos desafios a baixa dos juros a fim de manter o mercado interno aquecido. "Cabe ao governo federal o papel de viabilizar uma política industrial que possibilite e prestigie as indústrias que estão inovando e renovando o seu parque industrial e avançando em tecnologia e inovação com lançamento de novos produtos, além de incentivo à produção nacional e ao consumo interno", diz.
O presidente da Assembleia Legislativa, Barros Munhoz, ressaltou que alguns criticaram o ato por estarem atrapalhando o trânsito. "O transtorno maior é uma família enfrentar o desemprego do chefe de família, porque pior de tudo é não ter emprego e renda".
O presidente da Fiesp, Paulo Skaf, disse que as medidas anunciadas pela presidente Dilma só tratam os efeitos e não as causas da desindustrialização. Não resolve o problema mais grave que é a falta de competitividade.
Durante o ato, vários sindicalistas da Força Sindical comentaram a desindustrialização e foram unânimes em pedir um país que diz não a desindustrialização e sim, ao desenvolvimento com justiça social e pleno emprego.
Vale lembrar que já foram realizados atos em Porto Alegre (dia 26 de março), Florianópolis (dia 28 de março), São Paulo (hoje, dia 4). No dia 13 será em Manaus, e no dia 10 de maio, em Brasília. Na região Nordeste ainda não foram marcadas as manifestações. "Tanto a Confederação como as centrais têm participado ativamente destas mobilizações em nível nacional", reafirma Silvan.
Direto da base

Trabalhadores do plástico de Joinville seguem mobilizados. Prosseguem as negociações por empresas

Lideranças sindicais e trabalhadores do setor plástico de Joinville seguem mobilizados. E alguns acordos estão sendo assinados por empresa, considerando que a representação econômica não apresentou uma proposta condizente com a realidade do setor.

"A abertura de negociação direta por empresas se deu em razão do impasse gerado, após a segunda rodada de negociação com a bancada patronal", afirma Reinaldo Schroeder, presidente do STI Plásticos de Joinville/SC.

Segundo informações da entidade sindical, se até o final do mês, a bancada econômica não apresentar nenhum avanço, não está descartada uma paralisação por prazo indeterminado no setor.

O STI Plásticos de Joinville/SC representa cerca de 20 mil trabalhadores e a data-base da categoria é 1º de abril.

A pauta de reivindicações dos trabalhadores inclui:

- aumento real de 7% + reposição do INPCIBGE
- piso salarial de R$ 1.200,00
- para as empresas que não possuem Acordo Coletivo, PLR no valor de 1 salário nominal (pago em 2 parcelas)

Todas as fases de negociação da Campanha Salarial dos trabalhadores do setor plástico de Joinville estão sendo acompanhadas pela Confederação Nacional dos Trabalhadores no Ramo Químico - CNTQ na pessoa de João Sérgio Ribeiro e Federação dos Trabalhadores nas Indústrias Químicas e Farmacêuticas do Estado de São Paulo - FEQUIMFAR.
Direto da base

Em campanha salarial, trabalhadores das 5 unidades da IMBEL estão mobilizados

No dia 2 de abril, Antonio Silvan Oliveira, presidente da CNTQ, acompanhado de Amílcar Albieri Pacheco, consultor jurídico e de Valdemir José dos Santos, assessor da entidade, acompanharam no dia 2 de abril a 1ª rodada de negociação da Indústria de Material Bélico - IMBEL, em Piquete/SP.
Da rodada, participaram representantes do Sindicato dos Químicos de Juiz de Fora/MG, Lorena/SP (Piquete), Magé/RJ, Rio de Janeiro/RJ e Sindicato dos Metalúrgicos de Itajubá/MG.   Segundo informações de  Silvan, o governo federal apresentou proposta provocativa de reposição de  80% do IPCA acumulado, não repondo ao menos as perdas inflacionarias no período, além de corte do abono pago todos os anos aos trabalhadores. "Com a faixa salarial fora da realidade do mercado, o governo que no final do segundo mandato de Lula, que, à época, viabilizou investimento nos equipamentos e estruturas para defesa nacional, apresenta agora uma proposta provocativa e desrespeitosa", diz ao ressaltar que a Confederação participou da rodada como entidade convidada. 
"Nos colocados à disposição das entidades sindicais a fim de compor uma negociação positiva para todos os trabalhadores", esclarece Silvan.
Dentre as propostas de reivindicação dos trabalhadores da IMBEL estão o IPCA integral, salários com ganhos reais de 20%, planos de carreira e salários, além das pautas sociais, que incluem PLR e outros avanços.
Os Sindicatos que representam os mais de 2 mil trabalhadores das 5 unidades IMBEL estarão realizando assembleias de 9 a 13 de abril com os trabalhadores das suas respectivas unidades, Juiz de Fora, Magé, Rio de Janeiro, Itajubá e Piquete para apresentação da proposta e, caso não seja aprovada, as entidades sindicais não descartam uma paralisação de  suas atividades a qualquer momento, tamanho a repudia e o descontentamento com proposta apresentada pela empresa. "Sentimo-nos desrespeitados com a proposta apresentada, já notificamos as unidades e vamos lutar por melhorias nesta proposta", diz Scipião da Rocha Junior, presidente do STI Químicas e Farmacêuticas de Juiz de Fora, que fará assembleia no dia 11, a exemplo de Piquete. Em Magé, a assembleia acontece nesta terça-feira, dia 10.
Luiz Carlos da Silva, vice-presidente do STI de Lorena e Região, que representa os trabalhadores de Piquete, espera a inversão do quadro com melhorias na proposta. "Estamos lutando junto aos trabalhadores pela melhoria da proposta, visamos uma assembleia para a formulação de uma contraproposta", fala.
Alan Messias, secretário do STI Química e Farmacêutica de Magé, também concorda com os companheiros e diz que o Sindicato que representa está empenhado na busca de propostas favoráveis aos trabalhadores. "Juntos podemos muito mais, vamos à assembleia para buscar esta melhoria e caso não haja acordo partiremos para uma paralisação", salienta. 
A segunda rodada de negociação já está agendada para o dia 16 de abril em Piquete.
A IMBEL é uma empresa que atende o governo federal e fabrica produtos como armamentos, explosivos, munições, comunicações e eletrônica (computador, telefone e transceptor),  cutelaria, sistema de abrigos temporários.
Direto da Base                                                                                                                                                                     11/04/2012

FEQUIMFAR entrega pauta de reivindicações dos trabalhadores do setor do álcool/etanol

Lideranças da FEQUIMFAR e Sindicatos filiados que integram a Campanha Salarial e Social do Setor do Álcool/Etanol entregaram a pauta de reivindicações da categoria aos representantes patronais, UNICA (União da Indústria de Cana de Açúcar).


Destaques da Pauta de Reivindicações:

* 10 % de Reajuste Salarial (5% de aumento + INPC/inflação dos últimos 12 meses)
* Piso Salarial de R$ 1.100,00
* PLR de 2 pisos normativos
* Fim da rotatividade da mão de obra
* Direito à qualificação e requalificação profissional
* Melhoria nas condições de saúde e segurança
* Igualdade de oportunidades

Sergio Luiz Leite, o Serginho, presidente da FEQUIMFAR, informa: Mais de 35 mil trabalhadores e trabalhadoras em todo o estado de São Paulo estão mobilizados pelo aumento real dos salários e melhores de condições de trabalho. Nos últimos anos, foi constatado um significativo desenvolvimento e consolidação do setor de fabricação do álcool/etanol no país. Hoje, o preço do produto, sua produtividade e o faturamento do setor estão em alta e por isso, nossa luta é para que os trabalhadores e trabalhadoras recebam a sua parte

Jurandir Pedro de Souza, tesoureiro geral da FEQUIMFAR, declara: A partir de agora, a Federação dos Químicos e os sindicatos filiados que integram esta campanha mobilizarão toda a categoria, realizando manifestações e paralisações de conscientização, junto às portas de fábrica das indústrias do setor de álcool/etanol, em todas as regiões do estado de São Paulo.


Direto da base                                                                                                                               11/04/2012

STI Sorocaba mobiliza trabalhadores da Itanguá para garantir direitos e CNTQ apoia

Os trabalhadores da empresa Itanguá Indústria e Comércio Ltda, localizada em Sorocaba / SP, realizaram paralisação das atividades da fábrica no dia 9 de abril por não pagamento da PLR conforme determina a Convenção Coletiva de Trabalho- CCT. 
Lideranças sindicais da  CNTQ, FEQUIMFAR juntos a outros diretores do STI Sorocaba, STI Guarulhos  e outros sindicatos estiveram na porta da fábrica, para auxiliar os trabalhadores na realização da mobilização.
A diretoria da empresa apresentou duas propostas de negociação e após votação entre os trabalhadores, ficou decidido que haveria o pagamento de 100% (cem por cento) do valor devido em no máximo 8 parcelas. A primeira parcela será paga em Maio de 2012 e as demais, nos meses subsequentes, obedecendo à proporcionalidade de tempo de serviço de cada trabalhador.
A direção do STI Sorocaba ressaltou a união de todos os trabalhadores  para que a CCT seja cumprida.

FST promove audiência pública no RJ em defesa da CLT  

O Fórum Sindical dos Trabalhadores (FST) promoveu no dia 16 de março, no plenário do Tribunal Regional do Trabalho (TRT), no RJ, audiência pública que integrou Campanha Nacional em Defesa da Consolidação das Leis Trabalhistas (CLT).

O objetivo do Fórum, formado por centrais, federações e sindicatos de base estadual, é promover eventos e manifestações em defesa da CLT, em diversos estados e municípios do país, nas Assembleias Legislativas, Câmaras de Vereadores e nos Tribunais (TRTs). [Quebra Suave]No evento, uma homenagem especial ao ex-ministro do TST, Arnaldo Lopes Sussekind, de 94 anos, que foi lembrado por ser único remanescente da comissão que redigiu o projeto de lei que se transformou no texto da nossa atual CLT.[Quebra Suave]A preocupação das lideranças trabalhistas concentra-se em possíveis alterações na CLT propostas por diversos projetos de lei em tramitação na Câmara dos Deputados, a exemplo dos Projetos de Lei 4330/04, do deputado Sandro Mabel, que regulamenta a terceirização; e a PEC 369/05, que pretende promover uma ampla reforma na legislação sindical, alterando os artigos 8º, 11 e 37 da Constituição Federal, além do atual PL 1.463/2011 que cria o código do trabalho e flexibiliza os direitos trabalhistas. 

Antonio Silvan Oliveira, presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores no Ramo Químico – CNTQ,  entende que medidas como essa, que precarizam as condições de trabalho e são totalmente nocivas à classe trabalhadora. “A CLT e a Previdência social representam conquistas importantes aos trabalhadores e em sua defesa. Devemos somar esforços para que cláusulas que contemplam os trabalhadores sejam mantidas, assim como indicativos favoráveis na Previdência”, salienta. 

No entanto, importante salientar que também tramitam no Congresso vários textos de interesse dos trabalhadores, a exemplo da PEC que reduz a jornada de trabalho de 44 horas para 40 horas semanais e prevê o aumento do adicional da hora extra de 50% para 75% do valor da hora trabalhada.

A redução da jornada não só trará benefícios ao trabalhador, como ao empresariado. De acordo com o Dieese, a adoção da medida pode gerar mais de 2,5 milhões de empregos. Mais emprego significa mais salário e mais renda em circulação, o que vai aquecer o consumo e estimular a produção, impulsionando o crescimento do PIB. Somado a estes benefícios estão a possibilidade de maior tempo para qualificação profissional e qualidade de vida do trabalhador. 

Da CLT destacamos alguns dos 922 artigos e normas gerais de tutela do trabalho, como o artigo 13 que versa sobre a obrigatoriedade da Carteira de Trabalho e Previdência Social;  artigo 168, das Medidas Preventivas de Medicina do Trabalho, artigo 611, das Convenções Coletivas de Trabalho, entre outros que asseguram o direito do trabalhador brasileiro. 

A Campanha Nacional em Defesa da CLT foi lançada oficialmente em 22/08/11, em ato solene no Senado Federal, e tem como principais bandeiras a defesa dos seguintes temas: [Quebra Suave][Quebra Suave]- pela rejeição do atual PL 1.463/2011, que cria o Código de Trabalho e flexibiliza os direitos trabalhistas;[Quebra Suave]- pelo fim das práticas antissindicais;[Quebra Suave]- pela redução da Jornada de Trabalho;[Quebra Suave]- pela regulamentação da Contribuição Assistencial - PL 6.708/2009;[Quebra Suave]- pela Manutenção da Contribuição Sindical compulsória e a Regulamentação do Artº 8º da CF;[Quebra Suave]- pela estabilidade para os Dirigentes Sindicais e Membros Eleitos da CIPA PL 6.706/2009;[Quebra Suave]- pelo Fim do Fator Previdenciário;[Quebra Suave]- pelo Fim da PEC 369/2004;[Quebra Suave]- pela Reforma Política e Tributária;[Quebra Suave]- pela Regulamentação da Lei de Greve e, pela extinção do Interdito Proibitório;[Quebra Suave]- pela revogação do Inciso IX, § 2º, do Artº 114 da Constituição Federal (Comum Acordo);[Quebra Suave]- pela Segurança e Saúde do Trabalhador;

- pela Estabilidade dos Dirigentes Sindicais – Em trâmite no Congresso Nacional, o  Projeto de Lei nº 177/2007, de autoria do eminente Senador Paulo Paim que, dá nova redação ao § 3º do art. 543 do Decreto-Lei nº 5.452, de 1º de maio de 1943 CLT;
Direto da Base

STI Guaíra, filiado à FEQUIMFAR, paralisa atividades na Usina Guaíra

Desde o dia 10 de abril, cerca de 500 funcionários da Usina Guaíra, no interior de São Paulo estão em greve. A mobilização é cooredanada pelo Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias da Fabricação do Álcool/Etanol de Guaíra, que é filiado à FEQUIMFAR.

Os funcionários pedem que os 34% de remuneração variável, que recebem durante a safra, sejam incorporados ao salário em carteira. Além disso, reivindicam enquadramento salarial e plano de carreira.

Segundo o presidente do STI Guaíra, Célio Pimenta, na tarde de ontem, 12 de abril, foi possível contato com representantes da empresa, que declararam que a proposta continua a mesma: 34% na safra e entressafra e 12% para os trabalhadores diurnos, porém não incorporados ao salário.

Em assembleia na manhã de hoje, todos os trabalhadores recusaram a proposta e permaneceram em greve.

A manifestação tem o apoio da FEQUIMFAR (Federação dos Trabalhadores nas Indústrias Químicas e Farmacêuticas do Estado de SP), Força Sindical e CNTQ (Confederação Nacional dos Trabalhadores nos Ramos Químicos).
Saúde
Eventos - Seminário 10 e 11 de Maio
Ficha de Inscrição
Industria                                                                                                                                                      19/04/2012

Bayer inova sem esquecer velha fórmula

Com forte presença no Brasil no segmento de agronegócios, a Bayer está reforçando suas apostas na divisão farmacêutica no país. O foco da companhia será no lançamento de produtos inovadores desenvolvidos pela multinacional alemã e também nos já consagrados - os chamados medicamentos maduros, afirmou ao Valor o presidente do grupo no Brasil Theo van der Loo.
Dona da centenária marca Aspirina, a companhia faturou R$ 4,3 bilhões no Brasil no ano passado. Deste total, a divisão CropScience (agrícola) responde por 50% das vendas. A área HealthCare (saúde) fica com 35% e MaterialScience (materiais inovadores), com os outros 15%. "A imagem da Bayer no mundo é diferente. A divisão farmacêutica responde por 50% do faturamento global. Aqui no Brasil a agricultura tem uma importância muito grande para a Bayer", disse Loo. "O que não é ruim. Para nós, é bom ter uma estrutura assim porque dividimos os riscos."
Loo não acredita que a divisão farmacêutica vá ultrapassar a agrícola de uma hora para outra, mas vê espaço para que a área de saúde ganhe mais importância no país. Para isso, a companhia prevê investimentos neste ano da ordem de R$ 143 milhões - parte desse aporte será concentrado na força de vendas e na promoção de novos medicamentos no país..
Com uma fábrica de hormônios instalada na capital paulista, a empresa produz anticoncepcionais no país e exporta o produto para cerca de 30 países, incluindo América Latina e Ásia. No ano passado, as exportações da Bayer atingiram US$ 100 milhões. Líder nesse segmento, a empresa possui cerca de 35% de participação no país.
O segmento de anticoncepcionais no país movimentou em 2011 cerca de R$ 2 bilhões, ou 160 milhões de unidades (embalagens). O país comercializa 120 marcas, a maioria medicamento similares. Os recentes lançamentos da Bayer foram o Qlaira, com hormônio natural, e o YAZ.
Em março, a companhia lançou no país o Xarelto, a grande aposta de "blockbuster" (campeão de venda) do grupo para os próximos anos. Esse medicamento, oral e de dose única diária, é indicado para a prevenção do AVC em pacientes com fibrilação atrial e para a trombose para os que passaram por cirurgia ortopédicas de grande porte (quadril e joelho). Além disso, o Xarelto está aprovado para o tratamento e prevenção da trombose e prevenção de embolia pulmonar.
O mercado dos anticoagulantes está em expansão em todo o mundo. Esse segmento movimentou US$ 6,9 bilhões em 2008 e deve atingir US$ 15,1 bilhões em 2015. A Bayer estima a receita global com o Xarelto de US$ 4 bilhões até 2020. No Brasil, a companhia acredita que esse mercado saltará dos atuais R$ 226 milhões neste ano para cerca de R$ 700 milhões em 2020, dos quais o Xarelto responderá por cerca de R$ 240 milhões. "Para nós é uma grande oportunidade porque é um mercado terapêutico onde as outras opções estão antiquadas", afirmou Loo.
Apesar do avanço dos genéricos no Brasil, a Bayer não tem interesse em investir nesse segmento no país - globalmente a empresa atua nesse setor em poucos países. A empresa não descarta, contudo, analisar o mercado de genéricos de marca (medicamento similar), sobretudo na área de cardiologia.
Outra linha de atuação da farmacêutica no país será em seus produtos já consagrados. Além dos anticoncepcionais, que respondem por quase 60% das vendas da divisão farma, o foco será em produtos MIPs (medicamentos isentos de prescrição), como o Redoxon (suplemento de vitamina C), lançado há 77 anos, Aspirina, e a pomada Bepantol, por exemplo. "A Aspirina é a Coca-Cola dos medicamentos", observou Loo.
Segundo o executivo, as pesquisas em torno da Aspirina ocorrem até hoje. "Em oncologia, há estudos que apontam que o uso da Aspirina no tratamento câncer do colo melhora a eficácia da quimioterapia. Esses estudos são tocados por universidades, não pela Bayer." O exemplo clássico é o cardio-aspirina, usado como prevenção anticoagulante.
Fonte: Valor Econômico

Direto da base                                                                              

Plásticos de Joinville votam proposta de Reajuste Salarial

Os trabalhadores do STI Plásticos de Joinville irão realizar uma assembleia, na sede do sindicato, para decidir se aceitam a proposta realizada de 7% de reajuste salarial, retroativo a data base da categoria.  A reunião acontecerá no dia 28 de abril e conta com o apoio da CNTQ, da FEQUIMFAR e da Força Sindical. O sindicato já havia realizado uma primeira rodada de negociação, que contou com a presença do presidente da CNTQ, Antonio Silvan. Nesta data, a proposta de reajuste salarial era de 6% e foi recusada pelos trabalhadores. Com o aumento do reajuste para 7%, em uma segunda rodada de negociação na Acij, a empresa evitou uma possível greve, realizada pelos trabalhadores e pelo sindicato, caso o setor patronal não apresentasse uma nova proposta. Djalma de Paula, presidente do STI Rio Claro, participou da negociação que ofereceu aos trabalhadores um aumento de 2,04% e piso salarial de R$900,00, significando aumento de 18,5% sobre o piso atual (R$759,00).
Nas rodadas, a CNTQ está sendo representada pelo diretor João Sérgio Ribeiro.
O STI Plásticos de Joinville representa categoria que reúne cerca de 30 mil trabalhadores em mais de 300 empresas.

Direto da Base

Farmacêuticos do Estado de São Paulo assinam Convenção Coletiva de Trabalho


Com data-base em 1º de abril, os farmacêuticos de Guarulhos e Região, representados pelo Sindiquímicos,  pela FEQUIMFAR  (Federação dos Trabalhadores nas Indústrias Químicas e Farmacêuticas do Estado de São Paulo) e demais sindicatos filiados, assinaram no dia 16 de abril, a Convenção Coletiva da categoria, beneficiando mais de 15 mil trabalhadores.
O reajuste alcançado foi de  7,5% até o salário de R$ 5.500,00 e acima um fixo de R$ 412,50 (equivalente a 2, 41% de aumento real diante  da inflação acumulada no período - abril 2011 a março 2012 - que atingiu 4,97%)
O piso salarial passou de R$ 900,00 para R$ 967,50 para empresas com até 100 empregados e de R$ 1.000,00 para R$ R$ 1.075,00 para empresas com mais de 100 empregados.
A PLR (para empresas que não tem acordo próprio de PLR) passa de R$ 950,00 para empresas com até 100 empregados para R$ 1.021,25 e de R$ 1.300,00 para R$ 1.397,50 para empresas com mais de 100 empregados. A ser paga em 02 (duas) parcelas iguais, sendo a primeira até 31 de julho de 2012, e a segunda até 06 (seis) meses após ou, alternativamente, a critério da empresa, numa única parcela, até 30 de setembro de 2012.
Mais conquistas:
Abono Indenizatório:  R$ 500,00 (com recolhimentos e descontos previdenciários e fundiários referente ao valor)

A ser pago em duas parcelas, sendo a primeira até 30/07/2012 e a segunda até 30/09/2012, ou em uma única vez até 30/09/2012, para os empregados em atividade ou em gozo de férias e/ou licença remunerada em 01 de abril de 2012.        

Cesta Básica ou Vale-alimentação

- R$ 70,95 - para empresas com até 100 empregados
- R$ 107,50 - para empresas com mais de 100 empregados
As empresas que aplicam valores superiores deverão proceder ao reajuste no valor de 7,5%, a partir de 01/04/2012. Aplicação de 7,5% nas faixas salariais.

Parágrafo Primeiro - As empresas poderão efetuar o desconto na seguinte proporção:

c) Para os empregados que recebem o piso da categoria, o desconto será de R$ 1,00 (um real) do valor facial do benefício (ou seja, sobre os R$ 70,95 ou R$ 107,50;
d) Para os empregados que recebem acima de um piso da categoria até R$ 2.749,72, o desconto será de 10% do valor facial do benefício (ou seja, sobre os R$ 70,95) ou R$ 107,50;
e) Para os empregados que recebem salários acima de R$ 2.749,72, a concessão do benefício será feita por adesão do empregado, assumindo este, o valor integral da cesta ou vale-alimentação, ressalvadas condições mais favoráveis praticadas pelas empresas.

Parágrafo Segundo - As empresas que já concedem cesta de alimentos e ou vale-alimentação, em valores superiores ao desta cláusula, deverão proceder ao reajuste do valor praticado com relação ao benefício em 7,5% e onde houver a participação dos empregados será em conformidade com os itens "c", "d" e "e".

Para as empresas que já concedem cesta de alimentos e ou vale-alimentação, não poderão reduzir o valor praticado.
Parágrafo Terceiro - O benefício, ora ajustado, jamais será considerado como salário in natura e não integrará a remuneração do empregado para quaisquer efeitos.
Parágrafo Quarto - Recomenda-se que as empresas abrangidas pela presente convenção poderão utilizar-se dos incentivos fiscais previstos no PAT - Programa de Alimentação do Trabalhador - Ministério do Trabalho e Emprego.
Ficam ressalvadas condições mais favoráveis praticadas pelas empresas.
Reembolso de Medicamentos
Mesmas regras com o reajuste de 7,50% nas faixas salariais

ACESSO DE MEDICAMENTOS AOS TRABALHADORES DA INDÚSTRIA FARMACÊUTICA

Envolve a implementação do programa de acesso apenas para medicamentos de venda sob prescrição médica e mediante apresentação da receita médica.

As empresas com mais de 100 (cem) empregados, subsidiarão aos seus empregados e dependentes previstos no plano de assistência médica:

a) Para os salários de até R$ 1.584,99, será subsidiado 80% do valor da nota fiscal até o limite mensal de compra, dos medicamentos de venda sob prescrição médica e mediante apresentação da receita médica, ficando os 20% restantes a serem descontados do empregado, na folha de pagamento;

b) Para os salários de 1.585,00, será subsidiado 50% do valor da nota fiscal até o limite mensal de compra dos medicamentos de venda sob prescrição médica e mediante apresentação da receita médica, ficando os 50% restantes a serem descontados do empregado, na folha de pagamento;

c) Para os salários acima de R$ 2.557,75, será subsidiado 30% do valor da nota fiscal até o limite mensal de compra dos medicamentos de venda sob prescrição médica e mediante apresentação da receita médica, ficando os 70% restantes a serem descontados do empregado, na folha de pagamento;

Parágrafo Único: Para as empresas com 01 a 50 empregados, o SINDUSFARMA e FEQUIMFAR dentro do prazo de até 180 dias, discutirão a viabilidade de implementação do programa estabelecido nesta cláusula.

Quando utilizado o sistema PBM - Pharmacy Benefit Manegement, para aquisição de medicamentos, os subsídios constantes nas letras "a, b e c", incidirão sobre o efetivo valor comercializado.

Limite Mensal para compra de medicamentos está fixado em até 30% do salário nominal + adicionais fixos.
Para salários acima de R$ 5.321,25 (cinco mil trezentos e vinte e um reais e vinte e cinco centavos), o limite do subsídio será o valor fixo de R$ 1.596,37 (mil quinhentos e noventa e seis reais e trinta e sete centavos).

Conquista da Redução da Jornada para 40 horas semanais

Lembramos que a categoria é referência na área trabalhista, pois foi uma das primeiras a conquistar, em sua Convenção Coletiva, a redução da jornada de trabalho para 40 horas semanais, sem perdas salariais.

Contribuição direta com o desenvolvimento econômico e social
"Parabenizamos a toda categoria, junto ao trabalho realizado por nossa Federação e seus sindicatos filiados, nas manifestações e mobilizações, que foram realizadas durante toda Campanha Salarial e Social, que possibilitou mais essa significativa conquista dos trabalhadores nas indústrias farmacêuticas do estado de São Paulo" - Antonio Silvan Oliveira, presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores no Ramo Químico - CNTQ e do Sindicato dos Químicos de Guarulhos e Região - Sindiquímicos

"Ressaltamos a importância da valorização dos salários dos trabalhadores nas indústrias farmacêuticas, mais uma conquista trabalhista que contribuí positivamente com o momento econômico vivido pelo Brasil. Ressaltamos que a vitória dos trabalhadores, nesta campanha salarial e social, só foi possível pela participação dos Sindicatos filiados nas mobilizações pela base, em várias regiões do estado de São Paulo" -  Sergio Luiz Leite, Serginho, presidente da FEQUIMFAR (Federação dos Trabalhadores nas Indústrias Químicas e Farmacêuticas do Estado de São Paulo)

Histórico da negociação desta Campanha Salarial
Durante todo o mês de março, a FEQUIMFAR e seus Sindicatos filiados  se mobilizaram com o objetivo de conscientização dos trabalhadores e melhoria nas propostas por parte do Sindicato patronal.
A luta das lideranças sindicais  sempre foi pelo aumento real, pela PLR e pela ampliação e defesa dos direitos conquistados pela categoria.
























Direto da Base

STI de Materiais Plásticos de Jundiaí realiza paralisação na Plascar

Trabalhadores da empresa Plascar S/A Indústria e Comércio se manifestaram com uma paralisação de advertência no dia 12 de abril contra a mudança unilateral nas regras para fornecimento do vale-transporte.
Segundo informações, a empresa descontava o valor simbólico de R$ 1,00 de cada trabalhador, a título de vale-transporte e resolveu unilateralmente (sem consultar os trabalhadores) alterar o valor para R$ 100,00 (Cem Reais).
A mobilização dos trabalhadores foi realizada pelo  STI de Materiais Plásticos de Jundiaí, representado por seu presidente,  João Henrique dos Santos e toda sua diretoria e contou com o apoio dos sindicatos filiados  à Federação dos Trabalhadores nas Indústrias Químicas e Farmacêuticas do Estado de São Paulo - FEQUIMFAR, STI dos Químicos de Guarulhos e Região e Confederação Nacional dos Trabalhadores no Ramo Químico - CNTQ.
Durante assembleia os trabalhadores votaram por aguardar uma posição da empresa quanto à revogação da medida.

Direto da Base                                                                                                                                                                      20/04/2012

Força Sindical SP promove bate-papo sobre Liberdade Sindical


A sede da Força Sindical SP recebeu hoje, dia 19 de abril, uma reunião sobre a Convenção 87 da OIT, que trata da liberdade sindical. 

Estiveram presentes para auxiliar no bate-papo o Dr. Túlio (Doutor pela USP) e a Dra. Francesca Columbu (Doutoranda em direito Sindical na Itália), além de diversos representantes da CNTQ e da FEQUIMFAR. Representantes do departamento jurídico da CNTQ, como Dr. César Augusto de Mello, Dra. Márcia Rodrigues e Dr. Fernando de Mello, estiveram presentes junto com Levy Gonçalves, diretor da Federação dos Químicos ,Jurandir Pedro de Souza, tesoureiro geral, Elienai Coelho, Vice-Presidente do Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias Químicas, Plásticas e Farmacêuticas de Belo Horizonte e Região e Orlando Machado Salvadore, secretário geral da CNTQ, para discutir o tema “A Liberdade Sindical na Prática”.

Orlando parabenizou a Força Sindical SP por promover a reunião e agradeceu a presença da Dra. Francesca, que tratou sobre a organização do movimento sindical na Itália.
STI de Suzano e Região realiza paralisação na Sanofi


O STI Químicas, Farmacêuticas e Materiais Plásticos de Suzano e Região coordenou a paralisação nos dias 23 e 24 de abril na empresa Sanofi em Suzano/SP. Com o apoio das equipes da Confederação Nacional dos Trabalhadores no Ramo Químico - CNTQ, STI de Guarulhos e Região - Sindiquímicos, Federação dos Trabalhadores nas Indústrias Químicas e Farmacêuticas do Estado de São Paulo - FEQUIMFAR, os trabalhadores da empresa, mobilizados exigiam equiparação salarial com os trabalhadores da Medley empresa do grupo Sanofi, implantação imediata de um plano de carreira e aumento de 3% para todos os trabalhadores.
Durante todo o dia 24, os trabalhadores se mantiveram mobilizados, inclusive, tendo rejeitado a primeira proposta apresentada pela empresa que oferecia abono de R$ 500,00, pago em duas vezes (junho e novembro/2012); implantação de um plano de carreira em 90 dias.
Na tarde do dia 24, os trabalhadores aprovaram em assembleia o abono de R$ 1.000, 00,  a ser pago em uma única parcela (maio/2012); implantação de um plano de carreira em no máximo 60 dias para eliminar as distorções entre os salários pagos aos trabalhadores da Medley Campinas e os salários pagos aos trabalhadores da Sanofi Suzano; compensação de um dia de mobilização, o outro será pago e nenhuma demissão por conta da greve.


25/04/2012
VISITA AO MTE                                                                                                                                26/04/2012

Departamento Jurídico da CNTQ em visita ao MTE

O Departamento Jurídico da CNTQ,  acompanhado de seu diretor Sérgio Luiz Leite, Serginho, esteve presente no Ministério do Trabalho e Emprego, na tarde do dia 25 de abril de 2012, onde foi recebido pela Drª Zilmara Alencar, secretária nacional de relações do trabalho do MTE, e sua equipe de trabalho.

Na ocasião foram abordados diversos temas referentes a certificação digital das entidades sindicais, e também a instituição de novos procedimentos que estão sendo adotados pelo MTE, que objetivam dar continuidade a processos, além de evitar práticas irregulares em relação a pedidos de registro sindical. Também aventou-se a viabilidade de uma discussão sobre o modelo sindical, junto a questões relacionadas a representação dos trabalhadores, com a participação de especialistas da área.
       
Direito                                                                                                                                        26/04/2012

Seminário Liberdade Sindical no TST

O Departamento Jurídico da CNTQ está participando do Seminário Liberdade Sindical, promovido pelo TST (Tribunal Superior do Trabalho) em Brasília DF, que está sendo realizado nos dias 25, 26 e 27 de abril de 2012.

Dirigentes, lideranças e advogados das entidades que integram a CNTQ, em todo Brasil, também estão participando do evento, que está discutindo uma série de temas trabalhistas em relação ao movimento sindical.

Ressaltando que temário do Seminário apresenta diversos painéis, palestras e conferencias referentes ao movimento sindical, junto a diversos aspectos jurídicos da  CLT. 
  
Direito                                                                                                                                                                                        27/04/2012

Seminário Liberdade Sindical no TST

O Departamento Jurídico da CNTQ está participando do Seminário Liberdade Sindical, promovido pelo TST (Tribunal Superior do Trabalho) em Brasília DF, que está sendo realizado nos dias 25, 26 e 27 de abril de 2012.
Confira o registro de fotos do dia 26 de abril.
Programação
Direto da base

STI de Guarulhos organiza grande festa do trabalhador para categoria

O Sindicato dos Químicos de Guarulhos e Região - Sindiquímicos promoveu no dia 29 de abril,  em seu Clube de Campo em Mairiporã, as comemorações pelo Dia do Trabalho (1º de maio).
Uma programação musical diferenciada, shows e sorteio de prêmios marcaram a passagem desta data que reuniu a família química.
Ao falar aos presentes, Antonio Silvan Oliveira, presidente do Sindiquímicos e CNTQ falou da importância do trabalhador ter seus direitos assegurados para que possa desempenhar a sua função com tranquilidade e garantias financeiras além da segurança no ambiente de trabalho. "Temos lutado junto à Força Sindical, FEQUIMFAR e CNTQ para manutenção de postos de trabalho e contra a desindustrialização. Também tem sido a nossa luta, a isenção do IR a título de PLR, entre outras garantias junto às empresas do setor", disse.
Silvan reitera a importância dos trabalhadores brasileiros que engrandecem o país com a força do seu trabalho e precisam se unir as entidades sindicais em prol de geração de emprego e renda com melhores condições, qualidade de vida, valorização profissional, oportunidade e justiça social.

Atrações e shows
Passaram pelo palco a dupla Nilton e Nelton, formada por trabalhadores da categoria, o cover do cantor Elvis Presley, Lúcio Negrão, apresentação da dança de ventre com Sarah Farah e de suas alunas de dança do ventre no Sindiquímicos, a dupla Maurita e Maurísia e a banda Rastapé que encerrou o evento coordenado pela Comissão de Festa formada pelo departamento Social do Sindiquímicos, com o apoio de diretores, funcionários do Sindiquímicos e Clube de Campo, Torre Forte Produções  e Troad Assessoria & Comunicação.
Durante todo o dia, além das atrações no palco, os associados e familiares tiveram acesso à piscina, pedalinho, churrasqueiras, praça de alimentação, com barracas e quiosques de lanches, salgados, churrasco, doces e bebidas. A criançada se divertiu muito nos brinquedos infláveis.
Prêmios
Foram sorteados vários prêmios doados pelas empresas da categoria, entre eles, 1 moto Honda Fun 125 cilindradas, 2 TVS de LCD de 32", 1 bike, 1 mini system,  1 aspirador de pó, 1 camisa oficial  da seleção brasileira autografada pelo Neymar, 1 camisa oficial do São Paulo,  12 kits de conjunto de taças e sobremesas e de mantimentos, 16 cestos práticos para roupas e utensílios.
O momento mais esperado da festa foi o anúncio do ganhador da moto: José Laelson da Silva (Furp). 
O Sindiquímicos agradece as empresas e entidades que doaram os prêmios, como Força Sindical SP, CNTQ, Allergan, Chimical Baruel, Saint Gobain, Nitronplast, Olga, Karina, Magiccomp, Plásticos Alko e Gioplast.
Lazer com a família
Rogério Aparecido da Silva, trabalhador da Brazilian Color, estava acompanhado de um grupo formado por amigos e familiares que fazia churrasco na área próxima ao palco. "Esta é a segunda festa que participamos e está sempre muito legal. Adoro a estrutura e todas as atrações", falou.
Presenças
A festa foi prestigiada por Sergio Luiz Leite, presidente da FEQUIMFAR,  a deputada federal Janete da Rocha Pietá (PT),  José da Silva, o Baré, presidente do Sindicato dos Trabalhadores daa Alimentação de Guarulhos e companheiros do diretório do PCdoB Guarulhos.
Sergio Luiz Leite, Serginho, da FEQUIMFAR: "Mais uma vez parabenizo a todos os trabalhadores pelo belíssimo clube para a família e trago aqui uma mensagem de esperança para a classe trabalhadora, em especial aos Farmacêuticos, por termos conquistado o aumento real de salario e demais conquistas sociais, inclusive, a manutenção das 40 horas semanais. Estamos na luta pelo fim do fator previdenciário e isenção do IR da PLR
e demais  situações que não permitem o crescimento do trabalhador. Peço uma salva de palmas a todos os trabalhadores pelo seu dia".
A deputada federal  Janete da Rocha Pietá, parabenizou os trabalhadores e discorreu sobre a pauta e andamento em Brasília e que é de suma importância a toda a classe trabalhadora, como a PEC 300, redução da jornada de 40 horas semanais, sobre Igualdade de Remuneração de Homens e Mulheres Trabalhadores por Trabalho de Igual Valor, entre outros.























Direto da base


23º Encontro de Cipeiros do STI de Guarulhos

"Quem pratica a segurança encontra a família ao final do dia". Esta frase é o alerta do 23º Encontro de Cipeiros do Sindicato dos Químicos de Guarulhos e Região - Sindiquímicos    quanto a importância de ações para a melhoria na qualidade de trabalho, com prevenção de acidentes e mortes e qualidade de vida no ambiente de trabalho.
Evento promovido no dia 27 de abril no Salão de eventos do Sindiquímicos reuniu trabalhadores e profissionais da CIPA que acompanharam as atividades promovidas pelo departamento de Saúde, Segurança e Meio Ambiente do Sindiquímicos.
De acordo com Nelson Agostinho de Oliveira, Nelsão, diretor do departamento, o evento proporciona integração e os temas abordados e discutidos objetivam o alerta para a melhoria na qualidade de trabalho, com prevenção de acidentes e mortes e qualidade de vida no ambiente de trabalho.
"No dia 28 de abril comemoramos o dia em memória às vítimas de acidentes e doenças do trabalho dando continuidade a esta reflexão apresentamos temas essenciais para que o cipeiro e empresa se conscientizem quanto a importância de ações conjuntas e preventivas em benefícios de todos", disse.
Ao falar aos participantes, João Donizete Scaboli, diretor do departamento de Saúde da Federação dos Trabalhadores nas Indústrias Químicas e Farmacêuticas do Estado de São Paulo - FEQUIMFAR reiterou a responsabilidade do cipeiro. Scaboli também parabenizou a diretoria dos Químicos de Guarulhos por proporcionar mais uma edição do evento com tal magnitude e que com respaldo em todas as esferas de atuação.
Por ocasião do Dia Mundial em Memória às Vítimas de Acidentes de Trabalho e Doenças do Trabalho, Antonio Cortez Morais, vice-presidente do Sindiquímicos, diretor de assuntos previdenciários da CNTQ e Força Sindical, propôs uma reflexão para chamar a atenção para a alta incidência de acidentes e mortes nos ambientes de trabalho. "O cenário é alarmante e temos que nos unir para a realização de atividades de conscientização dos trabalhadores no ambiente de trabalho. Não podemos admitir mais mortes", falou.

Ao falar aos cipeiros e trabalhadores, Antonio Silvan Oliveira, presidente do Sindiquímicos e da CNTQ, ressaltou a importância dos cipeiros nas empresas e da necessidade de uma ação coordenada para a prevenção. "A empresa e cipeiro têm que estabelecer relações de respeito para que o ambiente seja cada vez mais salutar. O trabalhador precisa ter sua integridade assegurada e ao final do expediente retornar para sua casa de forma segura", diz.

Responsabilidade Civil e Criminal do Cipeiro com a Dra. Denise Galvez Lafuente, advogada; Seja Líder de si mesmo com Selma Rossana, técnica de Segurança do Trabalho e diretora do Sintesp; Saúde Bucal com a Dra. Adelaide Maso, dentista e Segurança no Lar com o sargento do corpo de bombeiros e assessor de Segurança contra incêndio, Márcio Galativicis foram os temas em propostos pelo departamento do evento coordenado por Renata Cunha, assistente de Saúde, Meio Ambiente e Segurança.
Ao final do encontro, os participantes das empresas Moagem Valente, Tintas Calamar, Allergan, Luquita, DAC, Hammer, Vasitex, Olga, Adecol, Baruel, Link Plásticos, Dryko, Lincoln Eletric, Akzo Nobel, Karina, Jerzza, Plásticos Alko, Majestic e Ache receberam os certificados de participação e foram convidados ao almoço no Espaço de Eventos e Lazer do Sindiquímicos  regado ao som da dupla Augusto Julian e Claudinei.
Houve sorteios de brindes doados pelas empresas DAC, Frasquim e Chimical Baruel.
Direto da base                                                                                                                                 07/05/2012

Trabalhadores da FURP aprovam estado de greve

Em assembleias realizadas pelo Sindicato dos Químicos de Guarulhos e Região - Sindiquímicos nos turnos de trabalho na Fundação Para o Remédio Popular - FURP nesta segunda-feira, dia 7 de maio, trabalhadores deliberaram pelo estado de greve, com indicativo de paralisação na Fábrica em Guarulhos e Farmácias Dose Certa, caso a empresa não cumpra o estipulado em Convenção Coletiva de Trabalho - CCT 2012/2013, assinada em abril pelo Sindusfarma.

Em mais uma ação de desrespeito aos trabalhadores, a FURP não efetuou, até o momento, o  reajuste no salário e, sequer, promoveu o pagamento de benefícios, como PLR e abono, entre outros benefícios. Em consonância com suas atribuições, o Sindiquímicos preza pelo direito do trabalhador assegurado em CCT e que tem força de lei, e deve ser atendido e respeitado em sua totalidade. Em atendimento a Lei de greve, a paralisação deverá ser deflagrada após 72 horas de sua comunicação.

Antonio Silvan Oliveira, presidente do Sindiquímicos e Confederação Nacional dos Trabalhadores no Ramo Químico - CNTQ lamentou mais uma vez que os trabalhadores e Sindicato tenham que chegar a este impasse. "Nossa expectativa é de que a empresa respeite os trabalhadores e pague o reajuste dos salários e cumpra as demais cláusulas estabelecidas em Convenção Coletiva de Trabalho", diz.
As assembleias promovidas pelo Sindiquímicos tiveram o apoio da Federação dos Trabalhadores nas Indústrias Químicas e Farmacêuticas do Estado de São Paulo - FEQUIMFAR e Confederação Nacional dos Trabalhadores no Ramo Químico - CNTQ.
Direto da base                                                                                                                                08/05/2012

Mobilização dos Trabalhadores da Furp e Sindiquímicos faz Governo do Estado e direção da empresa cumprirem CCT 2012/2013

Após indicação dos trabalhadores da Furp, em assembleias realizadas em 7 de maio, em iniciar uma paralisação na Fábrica e Farmácias Dose Certa no dia 10 de maio, caso a empresa não cumprisse a Convenção Coletiva de Trabalho assinada em abril último, o governo do Estado se manifestou e determinou que o reajuste constante na Convenção Coletiva de Trabalho 2012/2013 do setor farmacêutico, assinada pelo Sindusfarma, seja incorporado ao salário dos trabalhadores da Furp e que todas as outras cláusulas constantes na Convenção sejam respeitadas.
Antonio Silvan Oliveira, presidente do Sindiquímicos e Confederação Nacional dos Trabalhadores no Ramo Químico - CNTQ, ressalta que a determinação do governo do Estado no cumprimento da Convenção Coletiva de Trabalho foi motivada pela mobilização dos trabalhadores que, unidos, exigiram respeito à CCT e a sua importante contribuição à empresa. "A união dos trabalhadores fez toda a diferença para que os direitos fossem assegurados. Mais uma vez os trabalhadores confirmaram a força da mobilização para obtenção de conquistas e para assegurar as já estipuladas em Convenção. Sigamos mobilizados para ainda mais conquistas", assegura. A direção do Sindiquímicos agradece o apoio da Federação dos Químicos do Estado de São Paulo - FEQUIMFAR, Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Químico - CNTQ  e a Força Sindical Estadual e Nacional, assim como todos os trabalhadores envolvidos. 
Eventos                                                                                                                                            08/05/2012

CNTQ realiza Seminário Nacional "O Movimento Sindical e o Desafio e inovar a Política Brasileira"

Em iniciativa inédita, a Confederação Nacional dos Trabalhadores no Ramo Químico - CNTQ promove de 9 a 11 de maio, na Colônia de Férias da FEQUIMFAR, na Praia Grande, o  Seminário Nacional "O Movimento Sindical e o Desafio e inovar a Política Brasileira".
O presidente da CNTQ, Antonio Silvan Oliveira, destaca a participação do movimento sindical no processo eleitoral. 
"É muito importante que haja encontros como esse para reafirmar a participação do movimento social em todos os âmbitos de nossa sociedade. Temos participado ativamente do cenário nacional com importantes contribuições sociais e econômicas", revelou Silvan.
A abertura do evento irá acontecer às 19h do dia 9. Nos dias 10 e 11, o Seminário prevê a realização de painéis em que serão discutidos assuntos como Política e Democracia, Legislação Eleitoral, Princípios da Administração Pública,  Marketing Político e Eleitoral, Oratória e Redes Sociais, além da apresentação do documentário "Vocação ao poder".

O evento promovido pela CNTQ tem o apoio da Federação dos Trabalhadores nas Indústrias Químicas - FEQUIMFAR  e reunirá dirigentes sindicais de todo o país.
Conquista Salarial do setor Farmacêutico do estado de São Paulo é destaque na Mídia              07/05/2012           

Trabalhadores conseguem aumentos reais acima do que tiveram no ano passado
Ganhos ocorreram apesar da redução do ritmo de crescimento da economia
Terça, 30 de Abril de 2012, 23h00
Marcelo Rehder, de O Estado de S. Paulo
Mesmo com a redução do ritmo de crescimento da economia, categorias profissionais com data-base para renovação de acordos e convenções coletivas nos primeiros quatro meses do ano estão conseguindo conquistar aumentos reais de salários que chegam a superar os níveis registrados em igual período de 2011.

Na Bahia, cerca de 35 mil operários da construção pesada e de infraestrutura e montagem industrial convenceram as construtoras a conceder aumento real de 4,77%, além da reposição da inflação, depois de 17 dias de greve. Em São Paulo, 42 mil químicos do setor farmacêutico fecharam acordo com os laboratórios que prevê aumento real de 2,41%, um ponto porcentual acima do índice conquistado no ano passado.

Para economistas, o cenário continua favorável aos aumentos, independentemente do agravamento da crise na zona do euro e da desaceleração da economia brasileira neste início de ano. Entre os pontos que facilitam o trabalho dos sindicatos em 2012 os analistas citam os índices de preços bem comportados até agora.

Em março, a inflação acumulada em 12 meses, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), usado como parâmetro nas negociações entre empregados e patrões, estava em apenas 4,97%. Foi a menor variação de preços registrada para o período depois de março de 2007, quando ficou em 3,29%.
"Quanto mais baixa a inflação, mais fácil é a obtenção de aumento real de salário", diz José Silvestre, coordenador de relações sindicais do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese).

Inflação média

Na média, a inflação para as datas-base em 2012 vai girar em torno de 5%, abaixo do ano passado, quando foi superior a 5%, frisa Silvestre. A política de redução de juros adotada pelo Banco Central (BC) também é positiva, segundo o técnico.

Mas o BC ainda vê a força do mercado de trabalho como um risco importante à evolução dos preços. O que preocupa a autoridade monetária é o fato de que as negociações salariais atribuem peso excessivo à inflação passada, em detrimento da inflação futura, que está em processo de redução e tende a ser marcadamente menor do que a inflação passada. A demanda aquecida pelos aumentos reais de salários poderia exercer pressão de alta sobre os preços.

Para Sérgio Luiz Leite, presidente da Federação dos Trabalhadores nas Indústrias Químicas e Farmacêuticas do Estado de São Paulo, o ganho de 2,41% obtido pela categoria não oferece riscos ao setor. Ele argumenta que o faturamento da indústria farmacêutica cresceu 15% no ano passado, ao mesmo tempo em que o número de trabalhadores ficou praticamente estabilizado no Estado: "O ganho de produtividade do setor foi bem maior que o dos salários".
LINK: http://m.estadao.com.br/noticias/economia,mobile,110832.htm
Comunicado Extra
Seminário                                                                                                                                                                            14/05/2012                    

CNTQ promove Seminário Nacional "O Movimento Sindical e o Desafio de inovar a Política Brasileira"

Nos dias 10 e 11 de maio, dirigentes da Confederação Nacional dos Trabalhadores no Ramo Químico – CNTQ, com o apoio da Federação dos Trabalhadores nas Indústrias Químicas e Farmacêuticas do Estado de São Paulo – FEQUIMFAR, e de suas entidades sindicais filiadas de todo o Brasil, participaram do Seminário Nacional "O Movimento Sindical e o Desafio de inovar a Política Brasileira" promovido pela entidade em Praia Grande, litoral sul do estado de São Paulo.
O evento, que foi realizado na Colônia de Férias da FEQUIMFAR, tratou de uma série de temas referentes a Política e Democracia com Ricardo Rugai, prof. de História/ USP/ UNICAMP; Legislação Eleitoral com o consultor jurídico da CNTQ, Dr. Amilcar Albieri Pacheco; Princípios da Administração Pública com o especialista em direito, Dr. Enos Florentino Santos; Marketing Político e Eleitoral com Patrícia de Campos, pós graduada na FAAP e ESPM; Municipalização do SUS com o diretor de assuntos previdenciários da  Confederação Nacional dos Trabalhadores no Ramo Químico – CNTQ, vice-presidente do Sindiquímicos  e secretário de assuntos previdenciários da Força Sindical SP, Antonio Cortez Morais, Oratória com a fonoaudióloga e consultora em comunicação, Marcia Menezes e Redes Sociais com Rogelio Salgado, assessor de Comunicação, além da apresentação do documentário "Vocação ao poder".
O presidente da CNTQ e do Sindiquímicos, Antonio Silvan Oliveira, destacou a participação do movimento sindical no processo eleitoral. “Não tem como desassociar a participação dos sindicatos e representantes sindicais da esfera política. A ativa participação sindical no cenário nacional com tratativas e importantes contribuições sociais e econômicas nos mostram que devemos caminhar juntos até mesmo para que os trabalhadores recebam o respaldo legal de suas reivindicações”, disse Silvan.
Danilo Pereira da Silva, vice-presidente da FEQUIMFAR e presidente da Força Sindical SP, ressaltou a importância dos temas para a formação dos representantes sindicais. “A pauta sindical deve estar em consonância com a pauta política de forma a atender todas as reivindicações sociais e econômicas dos trabalhadores. Assim a  participação dos representantes do movimento sindical em todos os âmbitos da sociedade é a garantia de melhores conquistas”, destacou.
Direto da Base                                                                                                                                                                  17/05/2012   

Mobilização garante vitória aos trabalhadores da IMBEL

Em campanha salarial desde abril, trabalhadores da IMBEL têm suas reivindicações atendidas e milhares de pessoas são beneficiadas

Com data base em 1º de abril, os trabalhadores da IMBEL (Indústria de Material Bélico do Brasil), representados pelo Sindicato dos Químicos de Lorena, filiado à FEQUIMFAR (Federação dos Trabalhadores nas Indústrias Químicas e Farmacêuticas do Estado de São Paulo) e à central Força Sindical, e outras quatro entidades, fecharam a Campanha Salarial e Social 2012/2013. A FEQUIMFAR e a CNTQ (Confederação Nacional dos Trabalhadores no Ramo Químico) apoiaram a campanha e estiveram presentes nas rodadas de negociação com a empresa.

Principais conquistas:

"         Reajuste salarial de 5,25%
"         Piso salarial de R$ 871,98
"         Cesta básica no valor de R$ 335,20 (em dezembro os empregados recebem uma cesta a mais)
"         Auxílio-creche no valor de R$ 221,33
"         Abono salarial de R$ 856,68
"         Crédito extraordinário de R$ 400,00
"         Instituição do Plano de Cargos e Salários a partir de 1º de maio


O Sindicato dos Químicos de Lorena (SP), de Juiz de Fora (MG), de Magé (RJ), do Rio de Janeiro (RJ) e o Sindicato dos Metalúrgicos de Itajubá (MG) representam mais de 2 mil trabalhadores nas unidades da IMBEL.

A IMBEL é uma empresa que atende o governo federal e fabrica produtos como armamentos, explosivos, munições, comunicações e eletrônica (computador, telefone e transceptor),  cutelaria, sistema de abrigos temporários.


"Ressaltamos que a implantação de uma Política de Cargos e Salários é uma grande vitória para os trabalhadores da IMBEL, que há anos, reivindicavam uma política de negociação salarial."

Oseas Dantas de Aquino,
Diretor do Sindicato dos Químicos de Lorena, filiado à FEQUIMFAR

"A CNTQ esteve ao lado dos trabalhadores da IMBEL desde o começo das mobilizações, a fim de compor uma negociação positiva para todos."

Antonio Silvan Oliveira,
Presidente da CNTQ (Confederação Nacional dos Trabalhadores no Ramo Químico)

"Nos últimos anos, os trabalhadores da IMBEL, liderados pelo Sindicato dos Químicos de Lorena, e com o apoio da Federação dos Químicos e CNTQ, realizaram manifestações e mobilizações pelo aumento salarial e melhores condições de trabalho, resultando na vitória da classe trabalhadora."

Sergio Luiz Leite,
presidente da FEQUIMFAR
Direto da Base

CNTQ apoia processo eleitoral do Sindicato Metabase em Catalão/GO

De 7 a 11 de maio, as equipes da Confederação Nacional dos Trabalhadores no Ramo Químico - CNTQ e Força Sindical estiveram em Catalão/GO em apoio ao processo eleitoral do Sindicato Metabase da região.
Com quatro chapas concorrendo, a Chapa 1 presidida por Arnaldo Antunes da Costa foi a vencedora com 515 votos.
Direto da Base

STI de Louveira e região, junto com a CNTQ, promove ação sindical

O STI de Louveira, Itupeva, Jarinu, e Cabreúva e sindicatos da região, com o apoio da CNTQ, FEQUIMFAR e da Força Sindical, realizou no dia 16 de maio ação sindical em Louveira e Salto.
Na parte da manhã em Louveira/SP, as equipes distribuíram panfletos em que repudiavam a decisão da empresa Provider Indústria e Comércio Ltda de demitir dois dirigentes sindicais do STI Abrasivos, Químicas, Farmacêuticas, Cosméticos, Abrasivos, Plásticos e Similares de Louveira, Itupeva, Jarinu, e Cabreúva.
À tarde, a ação ocorreu em Salto/SP com a assembleia com trabalhadores da empresa PECVAL
que buscavam o aumento do vale alimentação. Segundo o STI, o aumento passaria dos R$ 150,00 (valor atual) para R$ 230,00,  proposta apresentada pela empresa e aprovada pelos trabalhadores em assembleia. O STI de Louveira e região obteve, recentemente, importantes avanços salariais na empresa, mas, segundo os dirigentes sindicais, existem algumas pendências que serão negociadas com a implantação de plano de carreira e assédio moral.